Blog Alma Missionária

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terça-feira, 13 de maio de 2014

SANTOS DO DIA

NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Venerada com fervor no mundo inteiro, Nossa senhora de Fátima é oficialmente a padroeira de dois pequenos países da América do Sul: Guiana e Suriname. A história emocionante de sua aparição aos três pastores na aldeia de Leiria, região de Fátima, Portugal, espalhou muito rapidamente a sua devoção pelo mundo. Primeiro, houve três aparições de um anjo que se identificou como Anjo da Paz, e preparou as crianças para as grandes revelações. No dia 13 de maio de 1917, em um dia claro, as três crianças, Lúcia, Jacinto e Francisca, estavam pastoreando nas colinas, quando sobre uma pequena azinheira, surge um clarão após um relâmpago, e a figura "de uma Senhora vestida de branco, mais brilhante que o sol, reluzindo mais clara e intensa que um copo de cristal cheio de água cristalina, atravessado pelos raios de sol mais ardente". Ela dirige-se às crianças e lhes pede que rezem o terço todos os dias pela paz do mundo, que peçam pela conversão dos pecadores, e pelo fim da guerra. As aparições continuam, e sempre a Virgem repete que se ore pela paz e pela conversão dos pecadores e que se reze o terço diariamente. Com o correr dos dias o povo acorreu ao local e testemunhou a aparição de uma nuvem branca sobre a azinheira, enquanto as crianças rezavam o terço, Lúcia conversava em voz alta. A Virgem voltou muitas vezes, falou muito, e revelou terríveis acontecimentos, que poderiam acontecer se o povo não se convertesse e rezasse o terço. Estas profecias realmente se concretizaram: a desintegração do comunismo, as aberrações morais de nossa época. A última profecia, cercada de mistério por tantos anos, foi recentemente revelada pelo Papa João Paulo Segundo, que diz respeito ao atentado que o mesmo sofrera em 1980. Hoje o nome Fátima é sinônimo de Nossa Senhora em muitos lugares, principalmente no Brasil. Talvez o local mais acorrido de peregrinações na face da terra, depois da Terra Santa. Em Fátima os milagres acontecem. E sempre com a mesma intensidade do tempo de Lúcia, Jacinto e Francisco.

Oração
Oração a Nossa Senhora de Fátima
Santíssima Virgem, que nos montes de Fátima vos dignastes revelar aos três pastorinhos os tesouros de graças que podemos alcançar, rezando o Santo Rosário, ajudai-nos a apreciar sempre mais esta santa oração, a fim de que, meditando os mistérios da nossa redenção, alcancemos as graças que insistentemente vos pedimos (peça agora a graça pretendida). "Ó Jesus, perdoai-nos; livrai-nos do fogo do inferno; levai todas as almas para o céu, especialmente as que mais precisarem". Maria Santíssima volvei vossos olhos misericordiosos para este mundo tão necessitado de Paz, de Saúde e Justiça. Vinde em nosso auxílio, Mãe dos Aflitos, e Socorrei-nos com Vosso Amor e Piedade. Nossa Senhora do Rosário de Fátima, rogai por nós. Rezar 1 Pai-Nosso, 1 Ave-Maria, 1 Glória ao Pai. 

SÃO JOÃO, O SILENCIOSO (BISPO E EREMITA)

São João, o Silencioso, nasceu em 454, em Nicópolis, na Armênia. Era de família influente. Antes de se recolher à vida solitária, em 482, foi aclamado bispo de Colônia e por nove anos governou sua diocese. Descontente com o governador da Armênia, parente seu, renunciou ao bispado e retirou-se secretamente para a Palestina. Ali foi acolhido pelo abade São Sebas. Após desempenhar os trabalhos mais simples, São João recolheu-se por seis anos num eremitério, de onde não saía senão aos sábados e domingos... Foi nomeado, então, ecônomo do convento. São Sebas achou-o digno de receber o sacerdócio. São João revelou então seu segredo a Elias, patriarca de Jerusalém: "Meu pai, fui feito bispo. Mas a multidão de meus pecados fizeram-me retirar para este deserto, a fim de esperar a visita do Senhor..." São Sebas ficou surpreso por ter junto a si, por tantos anos, um bispo e não sabê-lo. O segredo foi mantido. Em 503, em conseqüência das intrigas dos monges que expulsaram São Sebas do mosteiro, São João retirou-se para o deserto. Ali viveu no mais absoluto silêncio. Em 510, São Sebas retornou e quis ter São João junto de si. Morreu em 558.
Oração
Prece do direito à dignidade
Deus, nosso Pai, sob a proteção de São João, o Silencioso, queremos celebrar e resgatar a memória dos santos negros; queremos celebrar a via-sacra de todo um povo em busca da ressurreição, ressurreição que é a redenção de todo o suor e de todo o sangue derramado ao longo dos séculos numa luta silenciosa pela libertação e resgate da dignidade da gente negra. Senhor, ouvi o clamor do povo negro, esmagado pelo racismo e pela segregação racial, em sua própria terra, e discriminado em terras que ajudou a construir com o seu trabalho escravo, regando-a com suas dores e sofrimentos, humilhações e aviltamentos.

São João, o Silencioso, nasceu em 454, em Nicópolis, na Armênia. Era de família influente. Antes de se recolher à vida solitária, em 482, foi aclamado bispo de Colônia e por nove anos governou sua diocese. Descontente com o governador da Armênia, parente seu, renunciou ao bispado e retirou-se secretamente para a Palestina. Ali foi acolhido pelo abade São Sebas. Após desempenhar os trabalhos mais simples, São João recolheu-se por seis anos num eremitério, de onde não saía senão aos sábados e domingos... Foi nomeado, então, ecônomo do convento. São Sebas achou-o digno de receber o sacerdócio. São João revelou então seu segredo a Elias, patriarca de Jerusalém: "Meu pai, fui feito bispo. Mas a multidão de meus pecados fizeram-me retirar para este deserto, a fim de esperar a visita do Senhor..." São Sebas ficou surpreso por ter junto a si, por tantos anos, um bispo e não sabê-lo. O segredo foi mantido. Em 503, em conseqüência das intrigas dos monges que expulsaram São Sebas do mosteiro, São João retirou-se para o deserto. Ali viveu no mais absoluto silêncio. Em 510, São Sebas retornou e quis ter São João junto de si. Morreu em 558.


 Oração
Prece do direito à dignidade

Deus, nosso Pai, sob a proteção de São João, o Silencioso, queremos celebrar e resgatar a memória dos santos negros; queremos celebrar a via-sacra de todo um povo em busca da ressurreição, ressurreição que é a redenção de todo o suor e de todo o sangue derramado ao longo dos séculos numa luta silenciosa pela libertação e resgate da dignidade da gente negra. Senhor, ouvi o clamor do povo negro, esmagado pelo racismo e pela segregação racial, em sua própria terra, e discriminado em terras que ajudou a construir com o seu trabalho escravo, regando-a com suas dores e sofrimentos, humilhações e aviltamentos.

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