Blog Alma Missionária

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domingo, 30 de junho de 2013

30/06/13

Seguir a própria consciência em dialogo com Deus - exortou o Papa aos cristãos este domingo no Angelus

Grande multidão na Praça de São Pedro, também este domingo, para ouvir o Papa Francisco, que ao meio dia, assomou à janela do Palácio Apostólico para a Oração Mariana do Angelus.
Antes, porém, teceu algumas reflexões centradas no Evangelho deste domingo, em que São Lucas põe em evidência a decisão de Jesus de se pôr a caminho de Jerusalém, onde iria morrer e ressuscitar, completando assim a sua missão de salvação. E a quem o quer seguir, Jesus convida a abandonar tudo, a desligar-se dos afectos humanos, mas não impõe nada, sublinhou energicamente o Papa, acrescentando que Jesus nunca impõe nada, é humilde, convida, mas deixa a cada um a própria liberdade de agir conforme a própria consciência.
Mas atenção: embora Jesus tenha tomado a firme decisão de ir para Jerusalém, e a tenha tomado livremente, em conformidade com a sua consciência, fê-lo em plena comunhão com o Pai celeste. Como Verbo incarnado e Filho de Deus feito homem, Jesus encontrava no Pai a força e a luz para o seu caminho. Mas não era telecomandado, disse o Papa, frisando mais uma vez que Jesus nos quer livres tal como Ele próprio era….
Jesus era livre, naquela decisão era livre. A nós cristãos, Jesus quer-nos livres come ele próprio foi; com aquela liberdade que vem do dialogo com o Pai. Jesus não quer um cristão egoísta que segue o próprio eu, que não fala com Deus; também não quer cristãos fracos, sem vontade, cristãos telecomandados, incapazes de criatividade, que procuram sempre ligar-se à vontade de alguma outra pessoa e que não são livres. Jesus quer-nos livres, dessa liberdade que vem da escuta de Deus. Se um cristão não sabe falar com Deus, não é livre
Tal como Jesus também nós devemos aprender a agir conforme a nossa consciência. O que não quer dizer seguir o próprio eu, advertiu o Santo Padre …
Isto não significa seguir o próprio eu, fazer o que me interessa, o que me convém, o que me agrada… Não é isso! A consciência é o espaço interior de escuta da verdade, do bem, da escuta de Deus; é o lugar interior da minha relação com Ele, que fala ao meu coração e me ajuda a discernir, a compreender o caminho que devo percorrer, e uma vez tomada a decisão, ir em frente, permanecer fiel”.
A este ponto o Papa evocou o Papa emérito Bento XVI, que definiu um exemplo maravilhoso de seguimento da própria consciência em concordância com Jesus…
(…) quando o Senhor lhe fez compreender, na oração, o passo que devia dar. Seguiu com grande sentido de responsabilidade e coragem, a sua consciência, isto é a vontade de Deus que falava ao seu coração
E o Papa concluiu pedindo a Nossa Senhora que - com grande simplicidade soube escutar e meditar no seu intimo a Palavra de Deus e quanto acontecia a Jesus – para que nos ajude a tornarmo-nos cada vez mais homens e mulheres de consciência, livres na consciência, porque é na consciência que se dá o dialogo com Deus; homens e mulheres capazes de auscultar a voz de Deus e de o seguir com decisão.

fonte:http://www.news.va

Num mosteiro vivia um monge perfeito. Observava o silêncio, jejuava, era pontual em tudo. Todos diziam que, ao morrer, ele iria para o céu, com sapato e tudo. Um dia, já velhinho, ele achou que era chegado o momento de partir e foi escalando a alta montanha, até chegar às portas do céu. Bateu, bateu e nada. A porta não se abriu. Ficou decepcionado. Resolveu voltar ao mosteiro e fez mais um ano de jejum, oração, silêncio... No final do ano, estava tão fraco de jejuar que quase não conseguiu subir aquela ladeira até as portas do céu. Bateu, bateu e nada.
Nosso monge ficou muito triste. “Eu fiz tudo para me salvar”, dizia. “O que será que falta ainda?” Pensou, pensou e, de repente, lembrou-se de que o último monge que havia chegado ao mosteiro falara que hoje quem não prega o Evangelho, não pode mais se salvar. Imediatamente, voltou para a terra e pegou o primeiro navio que partia para a África. No primeiro porto, já desceu e começou a pregar. Mas era um país muçulmano e mandaram-no de volta para o navio. Ele não desanimou e acabou encontrando um povo mais acolhedor para quem começou a pregar. Trabalhava e falava com tanto entusiasmo que, ao final de um ano, quase todos haviam aderido ao Cristianismo.
Voltou ao paraíso e, com todo o ardor missionário, bateu na porta. Voltou a bater e nada. Aquela porta parecia mesmo emperrada. “Mas fiz tudo certo e preguei o Evangelho. O que falta para me salvar?” Sentou, pensou, pensou e lembrou que um dia, lá nas missões, alguém lhe falara que havia mais uma coisa nova na Igreja: “Quem não trabalha para os pobres, não se salva mais”. Ele voltou para a terra e inscreveu-se como voluntário num grande hospital. Foi cuidar daqueles que estão nas enfermarias, os mais pobres, dos pobrezinhos que ficam ali jogados. Dia e noite, esteve aí, acudindo a um, falando com o outro, consolando um terceiro.
Passado mais um ano, resolveu voltar a subir aquela ladeira. Estava tão cansado que quase não conseguiu chegar. Mas havia feito a última coisa que lhe faltava para se salvar. Bateu, bateu e nada. Reuniu todas as forças. Bateu, bateu e nada.
Só uma coisa faltava
Sentou numa pedra, muito triste. Pensou, pensou e não conseguia encontrar resposta. “Eu fiz tudo para me salvar. Acho que até fiz mais do era preciso. Eu tinha que me salvar!”. De repente olhou para o lado e viu uma criança brincando. A criança olhou para ele, sorriu e perguntou: “Quer brincar comigo?”. Então ele esqueceu tudo, inclusive a sua salvação eterna e foi brincar com ela. Logo a seguir, escutou um barulho. Olhou para o lado e viu que a porta estava se abrindo. Pela primeira vez, estava fazendo algo gratuitamente, por amor, sem pensar na recompensa, sem pensar na sua salvação eterna. E a porta abriu-se.

"Eu não quero amontoar méritos para o céu. Quero trabalhar somente pelo vosso amor; quero ser vossa alegria e consolar o vosso Sagrado Coração”. (Teresa de Lisieux)

#24HorasEmOração
30/06/2013 13h27 - Atualizado em 30/06/2013 15h39

Festejo de São Marçal deve atrair 6 mil 



pessoas, em São Luís


Trinta grupos de bumba-boi de matraca se apresentam na festa.
A festa só deve acabar na madrugada de segunda-feira (1).

Do G1 MA
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Bumba meu boi se apresenta no Festejo de São Marçal (Foto: João Ricardo/G1 Maranhão)Bumba meu boi se apresenta no Festejo de São
Marçal (Foto: João Ricardo/G1 Maranhão)
O Festejo de São Marçal chega à 36ª edição com 30 grupos de bumba-boi de matraca e expectativa de público de 6 mil pessoas, segundo a Polícia Militar. O evento, que ocorre no bairro do João Paulo, em São Luís, começou às 7h deste domingo (30) e deve seguir até a 1h de segunda (1º/7). As atrações mais aguardadas são os bois de Ribamar, Maioba, Maracanã e Pindoba.
O trânsito foi interditado  na Avenida Getúlio Vargas, no sentido Centro-João Paulo e em frente à rua que dá acesso ao Hemomar, sentido João Paulo-Centro. A PM, o Batalhão de Choque , a Guarda Municipal e o Corpo de Bombeiros estão no local para fazer a segurança.
Água, suco e caldo de feijão estão sendo distribuídos na sede do 24º Batalhão de Caçadores.
Seis mil pessoas são esperadas no evento (Foto: João Ricardo/G1 Maranhão)Seis mil pessoas são esperadas no evento (Foto: João Ricardo/G1 Maranhão)

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Festejo de São Pedro

Brincantes de bumba meu boi amanheceram o sábado (29) no Largo de São Pedro, em São Luís. Hoje, grupos e devotos participam dos festejos em homenagem a São Pedro, em uma tradição que dura mais de 100 anos. Fotos: Carlos Brasileiro.

Óbolo de São Pedro

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Dom Orani João Tempesta, O. Cist. 
Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ
Todos os anos, por ocasião da Solenidade de São Pedro e de São Paulo, a Igreja Católica em todo o mundo comemora o Dia do Papa e, como um presente ao Sumo Pontífice, se une ao Santo Padre na tradicional coleta do óbolo de São Pedro. Neste ano as coletas serão realizadas nos dias 29 e 30 de junho, pois a solenidade dessas “colunas da Igreja” é transferida, no Brasil, para o final de semana. Ainda mais para nós que receberemos o Santo Padre no próximo mês, viver e celebrar o dia do Papa se reveste de uma alegria muito especial.
O “Óbolo de São Pedro” é a expressão mais emblemática da participação de todos os fiéis nas iniciativas de caridade do Bispo de Roma a bem da Igreja universal. “Trata-se de um gesto que se reveste de valor não apenas prático, mas também profundamente simbólico enquanto sinal de comunhão com o Papa e de atenção às necessidades dos irmãos; por isso, o vosso serviço possui um valor retintamente eclesial" (Discurso aos Sócios do Círculo de São Pedro, 25 de Fevereiro de 2006).
A Igreja Católica nunca poderá ser dispensada da prática da caridade enquanto atividade organizada dos crentes, como, aliás, nunca haverá uma situação onde não seja necessária a caridade de cada um dos indivíduos cristãos, porque o homem, além da justiça, tem e terá sempre necessidade de amor.  Trata-se de uma ajuda que é sempre animada pelo amor que vem de Deus. O programa do cristão – o programa do bom Samaritano, o programa de Jesus – “é um coração que vê”. Este coração vê onde há necessidade de amor e atua em consequência.
O Beato João Paulo II, tão querido dos brasileiros e que amava muito a Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, alertou, com propriedade, que a função de manutenção do trabalho do Papa é de todos os fiéis que, de maneira livre e generosa, ajudam na manutenção da obra evangelizadora: "A base primeira para a manutenção da Sé Apostólica deve ser constituída pelas ofertas dadas espontaneamente pelos católicos de todo o mundo, e eventualmente também por outras pessoas de boa vontade. Isto corresponde à tradição que tem origem no Evangelho (Lc 10,7) e nos ensinamentos dos Apóstolos (1 Cor 11,14)". (Carta de João Paulo II ao Cardeal Secretário de Estado, 20 de Novembro de 1982).
A primeira forma de contribuir é participar das celebrações em honra dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, dedicando suas orações pelo Santo Padre Francisco, por suas necessidades e por toda a Igreja de Cristo, sobretudo os mais necessitados da especial atenção, cuidados e auxílio fraterno do Sumo Pontífice, como disse o próprio Papa: "aqueles que vivem na periferia" e precisam da solicitude pastoral do Sumo Pontífice. Isso renova espiritualmente o vínculo de fé, de esperança e de amor que nos une em Cristo.
A segunda forma de contribuir é mais efetiva e nos compromete diretamente através da oferta material que se faz no ofertório da Santa Missa em todas as celebrações realizadas na Solenidade dos Santos Apóstolos. Nesse sentido, exorto o povo de Deus a colaborar generosamente com o "Óbolo de São Pedro", demonstrando assim nossa afetiva unidade com o serviço do Pastor Universal da Igreja de Cristo.
A terceira forma de contribuir é ajudar a divulgar o Óbolo de São Pedro, esclarecendo e orientando os que ainda não conhecem esta iniciativa e motivando os que já conhecem, mas não colaboram de modo efetivo. É dar ao Papa a possibilidade de ajudar as pessoas e situações de necessidade espalhadas pelo mundo.
O Papa João Paulo II lembrou que: “Conheceis as crescentes necessidades do apostolado, as carências das comunidades eclesiais especialmente em terras de missão, os pedidos de ajuda que chegam de populações, indivíduos e famílias que vivem em precárias condições. Muitos esperam da Sé Apostólica uma ajuda que, muitas vezes, não conseguem encontrar noutro lugar” (João Paulo II ao Círculo de São Pedro, 28 de Fevereiro de 2003).
O Papa Emérito Padre Bento XVI reafirmou que “a Igreja nunca poderá ser dispensada da prática da caridade enquanto atividade organizada dos fiéis. Por isso, é muito importante que a atividade caritativa da Igreja mantenha todo o seu esplendor e não se dissolva na organização assistencial comum” (Deus Caritas Est). As ofertas dos fiéis para o Santo Padre destinam-se, pois, a obras eclesiais, a iniciativas humanitárias e de promoção social, além da manutenção e sustento das atividades da Santa Sé Apostólica, da qual todos os batizados são corresponsáveis.
Sejamos, pois, generosos na Solenidade de São Pedro e São Paulo não só dando a nossa generosa oferta para as atividades do Santo Padre, mas fazendo um redobrado esforço para que os que não conhecem estas necessidades da Igreja colaborem com o Óbolo de São Pedro. Que os Apóstolos Pedro e Paulo recompensem todos os que, conscientemente, ajudam a missão do Sucessor do Apóstolo Pedro, Amém!

São Pedro e o Papa Francisco

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Dom Canísio Klaus
Bispo de Santa Cruz do Sul
No próximo final de semana, junto com a festa dos apóstolos Pedro e Paulo, a Igreja comemora o Dia do Papa. É o dia para recordar os feitos dos dois maiores pilares da Igreja primitiva que foram São Pedro e São Paulo. “Pedro, o primeiro a proclamar a fé fundou a Igreja primitiva sobre a herança de Israel. Paulo, mestre e doutor das nações, anunciou-lhes o Evangelho da Salvação. Por diferentes meios, os dois congregaram a única família de Cristo e, unidos pela coroa do martírio, recebem hoje, por toda a terra, igual veneração” (Prefácio da Missa).
Antes mesmo da morte e ressurreição de Jesus Cristo, conforme nos atestam as Sagradas Escrituras, Pedro se tornou referência para os outros apóstolos e seguidores do filho de José e Maria. Ao professar que Jesus é “o Messias, o Filho do Deus vivo”, ele foi consagrado como a pedra sobre a qual iria se edificar a Igreja (Mt 16,18). Depois da ascensão de Jesus ao céu, aprofundou a sua influência sobre o grupo dos cristãos, chegando a ser o primeiro bispo de Roma. E ao ser martirizado, a referência de unidade do cristianismo ocidental continuou a ser o bispo de Roma, na pessoa de Lino e dos que o sucederam até a chegada de Dom Mário Bergoglio, o atual Papa Francisco.
O Papa não pode ser adorado e nem precisa ser venerado. Ele precisa, sim, ser respeitado e escutado em suas alocuções e em seus ensinamentos. Como os demais seres humanos, ele também tem suas fraquezas e seus pecados. Acreditamos, porém, que ele é iluminado pelo Espírito Santo para conduzir a Igreja pelos caminhos da luz e da verdade, para que “o poder do inferno nunca consiga vencê-la”.
O Papa Francisco possivelmente não é o maior teólogo da atualidade. Também não foi o mais indicado candidato a Papa pelos analistas no conclave que o elegeu no dia 13 de março. É, porém, assim o entendo eu, o perfil perfeito de Papa que o mundo está precisando. Um Papa sensível aos problemas das pessoas e comprometido com a construção de uma sociedade justa e solidária. Um Papa que assume abertamente a defesa da vida desde a concepção até a morte natural, mesmo que isto lhe custe perseguições.
Com palavras simples, diante da sua iminente chegada ao Brasil na Jornada Mundial da Juventude, aproveitou a homilia do Domingo de Ramos para alertar os jovens a dizerem ao mundo que “é bom seguir Jesus; é bom andar com Jesus; é boa a mensagem de Jesus; é bom sair de nós mesmos para levar Jesus às periferias do mundo e da existência”.
Oremos pelo nosso Papa Francisco e permaneçamos unidos a Ele. Assim teremos a garantia de sermos uma Igreja unida e em sintonia com o ensinamento dos Apóstolos Pedro e Paulo.

Manual de Bioética será distribuído durante a JMJ

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ManuelBioJMJ-Brasileiro-2-04-1Durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que acontecerá entre os dias 23 e 28 de julho, no Rio de Janeiro (RJ), todos os participantes inscritos no evento receberão um exemplar do Manual de bioética. Keys to Bioethics, Manual de Bioética para jovens da JMJ, foi produzido pela Fundação Jérôme Lejeune, em parceria com a Comissão Nacional da Pastoral Familiar, organismo vinculado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), com o Centro de Estudos Biosanitários (Espanha) e com Fundação Jérôme Lejeune (USA).
Para o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a família, da CNBB, dom João Carlos Petrini, o Manual é uma “verdadeira façanha”. “Conseguimos ter em mãos, um manual destinado aos jovens, com uma linguagem bastante acessível, que é uma oportunidade para abordar questões tão delicadas e complexas, a respeito da vida”, afirmou o presidente.
O manual contém uma apresentação objetiva de questões de bioética atuais, embasadas sobre os fundamentos da ciência e da razão, nas quais a fé da Igreja vem dar todo o seu sentido.
“O manual proporciona uma formação de base. Quando a vida começa, quando termina; trata também da fecundação assistida, se não é melhor uma criança nascer do amor entre um homem e uma mulher. Em suma, são dadas razões científicas, por parte de médicos, biólogos, para dialogar com o mundo sobre essas questões”, disse o bispo.
Serão produzidos dois milhões de exemplares em quatro idiomas, sendo 900 mil só em português. “Por graça de Deus conseguimos produzir dois milhões de exemplares, que poderão cobrir uma bela fatia dos jovens presentes no evento”, afirmou dom Petrini.
Logo no sumário da publicação, uma mensagem da presidente da Fundação Jérôme Lejeune, lembra do chamamento de Bento XVI que “nos envia a anunciar a verdade a nossos irmãos e irmãs em humanidade com as próprias palavras do Cristo: “Ide e fazei discípulos em todas as nações” (Mt 28, 19) [...] Esta versão “especial JMJ” do Manual de Bioética para os jovens é uma boa nova a ser difundida largamente. Sejamos transmissores de vida até os confins da terra”, diz o texto.
Catequese
Para que servem os padrinhos de batismo?
Fonte: Catequese Hoje/ Folheto o Domingo
Desde o nascimento cada um de nós precisa de ajuda de outras pessoas para viver. A famosa frase: "Nenhum homem é uma ilha"expressa bem essa realidade.O simples paozinho que comemos de manhã é fruto do trabalho de milhares de pessoas, a começar daquela que plantou o trigo ate chegar ao balcao da padaria. Na vida da Igreja as coisas naos ao diferentes.
Vivemos num tempo em que nao se faz nada de graça. No meio dessa realidade, nós cristaos, somos chamados a dar testemunho do serviço ao outro nao por interesse, mais por amor. A vida comunitaria, a soliedariedade, a fraternidade, a atenção e o amor são os grandes sinais da vda cristã.
Os padrinhos de batismo são pessoas que se comprometem a apoiar o (a) afilhado (a) na vida cristã. São aqueles que acompanham a criança no seu crescimento na fé.
Padrinho e madrinha significam paizinho e maezinha. Eles ajudam os pais na educação religiosa do seu filho ou filha. É por isso que costumamos dizer compadre e comadre. O compadre quer dizer aquele que esta com o pai e comadre aquela que esta com a mae.
Hoje, como andam nossos padrinhos?Estão sendo bem escolhidos pelo testemunhos de fé ou por segundas intenções ?
Quando compreendemos o sentido dos padrinhos na vida das crianças batizadas, passamos a dar-lhes mais importancia.Com certeza , escolher pessoas amigas é o ideal, mais precisam ser amigos que tenham condicoes de ajudar o afilhado ou afilhada a crescer firme na fé e na vivencia do Evangelho.
Não se pedem pessoas perfeitas, mais ao menos pessoas que tenham maturidade e se esforcem por viver com fidelidade o cristianismo. Ninguem dá ao outro aquilo que não tem.
Padrinhos responsaveis terão para oferecer aos seus afilhados, mais do que presentes, um testemunho de fé para toda a vida.

Catequese
Quem deve ensinar a crianca a rezar:Familiaou catequista?
Fonte: Catequese Hoje
Uma senhora querendo que seu filho fizesse a 1º comunhao, levou-o à comunidade e colocou-o num grupo de catequese.Sentiu-se aliviada, até com a consciencia mais leve. Pensou que estaria livre dessa responsabilidade e continuou com seus outros compromissos. Justificou todas as suas ausencias nos encontros de pais, em que foram estudados assuntos que aperfeiçoariam seus conhecimentos e praticas cristãs.
Um dia , sem querer percebeu que seu filho nao estava aprendendo as coisas que ela esperava. Nao havia nem mesmo decorado o Pai Nosso. "A catequese de hoje ;e bem relaxada", pensou ela e foi reclamar:
Falou diretamente com o padre:"Meu filho ja esta frequentando a catequese a tres meses e anda nao conseguiu decorar o Pai Nosso. O que o Senhor acha disso?"
O Padre perguntou: "Quantos anos tem seu filho?" Respondeu a mãe: "Onze anos". O padre refletiu: "durante onze anos a senhora nao conseguiu ensinar o Pai Nosso para seu filho. E agora esta reclamando porque a catequista nao o fez aprender em tres meses?"
O Pai e a Mae sao as pessoas mais proximas dos filhos nos primeiros anos de vida. Ninguem melhor di que as pessoas da propria familia para ensinar os elementos basicos da fé. As orações aprendidas no inicio da vida jamais serão esquecidas.
Contudo mais importante que ensinar orações prontas é ensinar o habito da oração diaria. O dialogo com Deus é uma atitude essencial na vida de toda a pessoa. Numa familia qye reza, naturalmente as crianças aprendem a rezar. se a familia não o habito daoração...não será facil ao catequista, mais tarde, despertar no catequisando o desejo de conversar com Deus!
Quais os momentos de oração em familia? Quando e como participa unida da celebraçao da comunidade? Como participa nos movimentos ou grupos da comunidade? As respostas para tais questões sao importante para a familia avaliar sua contribuição para a educaao de seus filhos na fé.
Catequese
Como ajudar alguem que ja esta envolvido em drogas?
Fonte: Catequese Hoje
Em relação as drogas, o papel da catequese é a prevenção. A catequese cumpre essa missao quando:
* Educa o catequisando para o amor
* Resgata sua esperança
* Leva-o a fé no Cristo Amigo, Vencedor, Caminho, Verdade e Vida
* Alerta-o para a dignidade da pessoa humana e para o mandamento de Jesus : "Amar ao proximo tanto quanto a ti mesmo "(Lc 10,27)
Mais o que fazer quando , entre os catequisandos, há alguem concretamente mergulhado nesse pesadelo?
Não é preciso alarmar toda a comunidade, cercando a pessoa de preconceito ou deixando-o mais envergonhada. Porem a familia não pode deixar de lado. Catequistas e familia tem ou tiveram experiencias na vida. Elas darão orientações concretas e preciosas.
Segundo passo é fazer parceria com alguma instituição séria, voltada para o acompanhamento dos dependentes de drogas e seus familiares.
Outro passo muito importante é conquistar a confiança das pessoas envolvidas (dependentes, familiares, amigos.). É muito importante reforçar os laços de amizades e soliedariedade.
As familias geralmente nao querem que os filhos tenham amizade com usuário de drogas. está certo. A familia inteira deve se aproximar do usuario, para resgatá-lo dessa situaçao!
Um grupo poderá ser formado na comunidade para refletir sobre as realidades que geram o uso ds drogas e as possiveis soluções. É bom have no grupo, se possivel, pessoas de varias áreas : psicologos, professores, catequistas, especialistas em saude, assistentes sociais, pais, etc...
O mesmo grupo pode pesquisar instituicoes de recuperação e orientação de dependentes e suas familias e auxiliar no encaminhamento deles.

Apologética - Primado de Pedro
Papa Libério 
Fonte: Lista Tradição Católica
Autor: Patrick Madrid
Tradução: Sandra 


Papa Liberio
Em "Pope Fiction" de Patrick Madrid
"Os católicos afirmam que o papa é infalível em questão de fé e moral, mesmo assim, o Papa Liberio (352-366) assinou o credo ariano, e portanto apoiando o ponto de vista herético a respeito de Cristo. Obviamente, então, a infalibilidade papal é uma falácia".
O Papa Liberio é o primeiro dos tres papas "hereges" favoritos, usados por
anti-católicos com o objetivo de argumentar contra a infalibilidade papal
(os outros dois são Vigilio e Honorio). Supostamente, este pontífice não só
manteve uma visão erronea a respeito de Cristo, mas na verdade, apoiou o
erro subscrevendo a um credo herético. Se isto for verdadeiro, como podem os católicos afirmar a infalibilidade papal?
O século quatro foi um período muito difícil para a Igreja católica. Apesar
de todas as esperanças dos católicos ortodoxos, o concílio de Niceia não pôs
fim ao movimento Ariano. Pelo contrário, o bonde ariano ganhou velocidade e
um monte de passageiros novos. Especialmente quando o imperador
"Constantius" tomou para si a tarefa de propagar o Arianismo por todo o
império. Os seus esforços colocaram o imperador em conflito direto com
Atanásio, o bispo de Alexandria e um ferrenho defensor da ortodoxia.

Constantius foi capaz de conquistar um forte apoio eclesial contra Atanásio.
Para infelicidade de seus planos malígnos, ele não conseguiu persuadir o
Papa Libério, o "altamente importante" bispo de Roma. O tamanho do esforço
que ele fez para influenciar Libério é evidência forte da importância óbvia
que o papa tinha, mesmo na Igreja antiga.
O Papa Libério, como Atanásio, manteve firmemente o credo do concílio de
Niceia. Isto, para ele, era o teste final da ortodoxia. Não só ele
concordava com o grande bispo de Alexandria a este respeito, mas também
mostrou seu apoio endorsando uma carta assinada por setenta e cinco bispos egípcios que apoiavam Atanásio. Da mesma forma, o Papa Libério rejeitou uma carta enviada pelo imperador e vários bispos hereges que insistiam que ele condenasse Atanásio. A última gota para Constantius foi a rejeição do Papa Libério de um enorme suborno (e também da concomitante ordem do imperador ariano de que o Papa "entrasse na linha").
Constantius, num ataque de ira, mandou prender Libério e levá-lo para Milão
a fim de ser apresentado diante dele em 357 d.C.. O imperador tentou todos
os meios de pressão para forçar Libério a submeter-se à sua vontade e à
condenar Atanásio, mas o bispo de Roma resistiu. Finalmente, sem nenhum
sucesso, Constantius baniu Libério para o exílio em Trácia (Bulgária,
Turquia, Grecia).
Até aqui, a maioria dos estudiosos concordam sobre os acontecimentos
básicos. Porém é aqui que surgem as verdadeiras questões. Depois de dois
anos de prisão, exílio e intimidação, Libério foi solto e pôde voltar para a
Sé em Roma. Por que ele foi repentinamente libertado? Ele cedeu finalmente e assinou o credo herético, condenando Atanásio? Ou o imperador percebeu a futilidade de mantê-lo preso? Existe evidência para as duas coisas.
Um número de contemporâneos da época, Sto Atanásio um deles, afirmaram que Libério de fato cedeu e assinou o credo falho. Mas não podemos nos esquecer que estava sob extrema coerção, mentalmente e fisicamente, e estava sendo ameaçado de tortura e de ser executado caso não assinasse. Só por esta razão, o Papa Libério não pode ser considerado totalmente responsável por ter cedido. É verdade, ele poderia ter sido mais corajoso e mais forte, mas é fácil falar quando não se está em situação semelhante. Não podemos nos esquecer a importante dimensão humana deste caso.
Muitas pessoas se imaginam sendo resolutamente corajosas diante da tortura ou da morte caso sua fé cristã seja desafiada. Mas quando chega a hora, o comportamento real pode ser bem diferente daquele que se esperava ter. E quando forçados a fazer algo errado através de coerção e ameaças de violência ou morte, a pessoa não é culpada do ato como teria sido se tivesse toda liberdade. Não é diferente com o Papa Libério.
Enquanto Atanásio manteve firmemente a posição de que Libério tinha cedido e revertido sua opinião, ele (Atanásio) não estava em condições de conhecer
todos os fatos. Ele estava escondido naquela época e não tinha à sua
disposição as melhores informações a respeito do assunto (John Chapman,
O.S.B. - Enciclopedia Catolica) . Da mesma forma, S. Jeronimo acreditava que Libério cedeu sob pressão, embora sua posição era baseada numa série de cartas que são hoje consideradas falsas. O próprio ariano, "Philostorgius",
se uniu à S. Jeronimo. O historiador antigo Sozomen afirmou que Libério
assinou vários credos, mas nenhum deles eram explicitamente heréticos; no
pior dos casos, eles eram ambíguos em sua Cristologia.
Um historiador da Igreja (John Chapman, O.S.B. - Enciclopedia Catolica)
explica as razões por acreditar na inocência de Libério com relação a esta
acusação:
"Pode parecer que quando Sto Hilario escreveu seu livro 'Adversus
Constantium' em 360, pouco antes do seu retorno do exílio no Oriente, ele
acreditava que Libério tinha tropeçado e renegado Sto Atanásio (i.e., a
posição ortodoxa); mas suas palavras não são bem claras. Quando ele escreveu 'Adversus Valentem et Ursacium' depois do seu regresso, ele demostrou que a carta 'Studens Paci' era uma falsificação, anexando a ela algumas cartas nobres do Papa. Agora isto parece provar que os Luciferianos estavam usando a 'Studens Paci' contra Rimini (concílio), para poder mostrar que o Papa, que agora na opinião deles, era indulgente demais para com os bispos afastados, era ele próprio culpado de uma traição ainda pior contra a causa católica antes do seu exílio.
Na opinião deles, tamanha queda iria "des-papa-lo" e invalidar todos os seus atos subsequentes. [[Que Sto Hilario tenha tido tanto trabalho para provar que 'Studens Paci' era forjada torna evidente que ele não acreditava que Libério tinha caído depois do exílio]]; caso contrário seus esforços teriam sido inúteis. Consequentemente, Sto Hilario se torna uma testemunha forte a favor da inocência de Libério. Se Sto Atanásio acreditava na queda de Libério, isto aconteceu quando ele estava às escondidas, e imediatamente após o suposto acontecimento; aparentemente ele foi enganado momentâneamente pelos rumores espalhados pelos arianos. "
Embora seja possível que o Papa Libério tenha fraquejado sob a pressão de
Constantius, não podemos ignorar esta forte evidência de que ele não o fez.
Tanto St. Sulpicio Severo (403 d.C.) como o Papa Sto Anastácio (401 d.C.)
mantêm que Libério permaneceu firme, se recusando a ceder (John Chapman,
O.S.B. - Enciclopedia Catolica). Esta afirmação é reforçada pelo caráter do
seu retorno à Roma depois do exílio; ele recebeu uma acolhida de herói
quando entrou na cidade. De fato, o regresso de Libério foi um de triunfo.
Se ele tivesse fraquejado e assinado o credo ariano, certamente ele não
teria sido tratado desta maneira.
Novamente, uma análise cuidadosa dos detalhes históricos está longe da
crença comum de que o Papa Libério tenha falhado:
"Os fortes argumentos para a inocência de Libério são 'a priori'. Se ele
tivesse realmente cedido à pressão do imperador durante seu exílio, o
imperador teria publicado sua vitória por todos os cantos; não existiria a
possibilidade de nenhuma dúvida; teria sido mais notório do que a vitória
sobre Hosius. Mas se ele foi libertado porque os romanos exigiram a sua
volta, porque sua deposição tinha sido demasiado anticanonica, porque sua
resistência tinha sido heróica, e porque Felix não tinha sido reconhecido
como papa, então podemos ter certeza de que ele seria suspeito de ter feito
alguma promessa ao imperador; os arianos e os felicianos também, e logo os
luciferianos, não teriam nenhuma dificuldade em espalhar o relato de sua
queda e receber crédito por isso. É difícil ver como Hilário no exílio e
Atanásio no esconderijo pudessem não acreditar tal estória, quando ouviram
que Libério teria retornado, embora os outros bispos exilados ainda não
tivessem liberados. E mais, o decreto do papa depois de Rimini, de que os
bispos afastados não poderiam ser restabelecidos a menos que mostrasssem sua sinceridade através de vitalidade contra os arianos, teria sido risível, se
ele próprio tivesse caído antes, e não tivesse publicamente feito penitência
pelo seu pecado. Mesmo assim, podemos estar certos de que ele não fez
nenhuma confissão pública sobre ter falhado, nenhuma renúncia, nenhuma
reparação." (John Chapman, O.S.B. - Enciclopedia Catolica)
Se o imperador Constantius tivesse vencido essa briga de "quem pode mais"
com o pontífice romano, por que ele não a divulgou? Pode-se imaginar como
ele teria explorado tal golpe. A capacidade de soltar aos quatro ventos que
o papa tinha cedido às suas exigências ter sido uma propaganda de enorme
valor para o imperador. Afinal, a finalidade dele tentar forçar o Papa
Libério a assinar o credo herético era para que ele pudesse usa-lo como
exemplo a ser seguido por outros bispos ortodoxos. Seu objetivo era
precisamente explorar a influência e prestígio do papa.
Se o papa Libério acabou assinando o credo, certamente Constantius teria
bradado aos quatro ventos. Mas o imperador foi silencioso. Nem ele, nem seus acessores mencionaram algo sobre isso. Embora seja verdade de que este argumento esteja baseado no silêncio, não se pode negar que este fato
histórico particular torna mais difícil imaginar que o papa Libério tenha de
fato fraquejado.
Por fim, quando Constantius morreu, o arianismo perdeu o seu maior defensor. A ortodoxia voltou à tona, assumindo sua posição prévia. O papa Libério atacou os bispos arianos por sua heresia, e exigiu arrependimento total da parte deles antes que pudesse retornar à comunhão com a Igreja. De fato, eles foram tratados como colaboradores do inimigo e traidores de Cristo. Como poderia Libério ter agido de tal forma se ele mesmo tivesse assinado o credo ariano? Alguém sem dúvida teria mostrado a hipocrisia de tal ato. Não houve, porém, tal clamor.
Assim vemos que existem argumentos para ambos os lados da questão, com peso na crença de que o papa Libério não se dobrou diante da pressão feita por Constantius. Mas mesmo se ele tivesse, isso não afetaria a infalibilidade
papal. Supondo que o pior cenário seja verdadeiro, papa Libério somente
assinou um credo herético depois de dois anos de perseguição, exílio e
coerção nas mãos do imperador. A tal assinatura não se deu por sua livre e
espontânea vontade. Por esta razão, a infalibilidade papal não é um
problema, pois infalibilidade requer que o papa esteja exercendo-a de livre
vontade - à parte de qualquer pressão externa. E isto claramente não foi o
caso se, de fato, Libério tenha assinado o documento. Obviamente, então, a
infalibilidade papal não estava em risco.