Sexta-feira, 06 de dezembro de 2013, 09h48
Conferência Episcopal Sul-Africana faz homenagem a Mandela
Da Redação, com Agência Fides
Agência Brasil

Nelson Mandela morre aos 95 anos
“Façamos o elogio dos homens ilustres, que são nossos antepassados, em sua linhagem. Eles governaram os povos do seu tempo e, com a firmeza de sua sabedoria, deram instruções muito santas ao povo". Com este texto bíblico, a Conferência Episcopal Sul-africana (SACBC) exprimiu, em nota, uma homenagem a Nelson Mandela.
A mensagem, assinada pelo presidente da SACBC, Dom Stephen Brislin, foi entregue à família de Mandela, nesta sexta-feira, 6. O arcebispo destaca a grande contribuição dada pelo ex-presidente ao desenvolvimento do país e o sacrifício feito por ele, em prol de todo o povo sul-africano.
Dom Brislin ressalta na mensagem que Mandela "nunca deixou o compromisso com os seus princípios e sua visão de uma África do Sul justa e democrática, onde todos têm igualdade de oportunidades, mesmo sacrificando sua liberdade pessoal por um longo tempo."
"Quando Mandela foi libertado em 11 de fevereiro de 1990, o país estava em crise e havia derramamento de sangue quase diariamente. Através de sua liderança, que foi reforçada quando se tornou presidente em 1994, ele levou o país no caminho da reconciliação e da paz, convidando os sul-africanos a jogarem as armas de destruição no mar”, recorda o arcebispo.
Segundo Dom Brislin, a maior homenagem que o povo pode prestar a Nelson Mandela é lutar pelos ideais que ele tanto prezou: a liberdade, a igualdade e a democracia. O arcebispo conclui pedindo que todos defendam esses ideais daqueles que desejarem corrompê-los.
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.: Nelson Mandela morre aos 95 anos
Mandela homenagem Conferência Episcopal Africa do SulA mensagem, assinada pelo presidente da SACBC, Dom Stephen Brislin, foi entregue à família de Mandela, nesta sexta-feira, 6. O arcebispo destaca a grande contribuição dada pelo ex-presidente ao desenvolvimento do país e o sacrifício feito por ele, em prol de todo o povo sul-africano.
Dom Brislin ressalta na mensagem que Mandela "nunca deixou o compromisso com os seus princípios e sua visão de uma África do Sul justa e democrática, onde todos têm igualdade de oportunidades, mesmo sacrificando sua liberdade pessoal por um longo tempo."
"Quando Mandela foi libertado em 11 de fevereiro de 1990, o país estava em crise e havia derramamento de sangue quase diariamente. Através de sua liderança, que foi reforçada quando se tornou presidente em 1994, ele levou o país no caminho da reconciliação e da paz, convidando os sul-africanos a jogarem as armas de destruição no mar”, recorda o arcebispo.
Segundo Dom Brislin, a maior homenagem que o povo pode prestar a Nelson Mandela é lutar pelos ideais que ele tanto prezou: a liberdade, a igualdade e a democracia. O arcebispo conclui pedindo que todos defendam esses ideais daqueles que desejarem corrompê-los.
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