Blog Alma Missionária

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sábado, 22 de dezembro de 2012

53 - INÍCIO DO DIAImprimirEnviar via E-mail
Por Carlos J. Magliano Neto


“A visão de Deus sempre foi de que o dia do ser humano começasse com luz. Por isso, de acordo com a palavra de Deus, o dia inicia-se às 6h da manhã com o nascimento do sol. Este princípio é respeitado até hoje em Israel; porém, os países católicos estabeleceram que o dia do ser humano começaria com as trevas, passando a contar a partir da meia noite”                                                 (pág. 68)


É natural que a manhã seja considerada como o início do dia. Porém, existem concepções diferentes sobre este assunto. Concep-ções inclusive bíblicas. No antigo Egito, na Grécia e em Roma o dia começava ao amanhecer. Já em Israel houve marcações diferentes. Na época de Cristo, por exemplo, o costume era que se começasse o dia com o pôr do sol por causa do calendário lunar de Israel.  Suas festas são marcadas pela lua, como a festa da Páscoa que é celebra-da na 1ª lua cheia do equinócio da primavera (março ou abril). Muito diferente do que foi afirmado, o dia para os judeus começa com o pôr do sol, no final da tarde. Prova disso é que Jesus foi enterrado às pressas justamente porque foi morto na sexta feira da Preparação, véspera do sábado de Páscoa e os judeus não poderiam adentrar no sábado de Páscoa tratando de um funeral (cf. Jo 19,31). Com a pressa, José de Arimatéia fez o sepultamento de Jesus num “túmulo que estava perto” (Jo 19,42). Era sexta à tarde, “dia de preparação da Páscoa, e o sábado já estava começando” (Lc 23,54), pois o sol já estava se pondo. As maneiras de marcar os dias foram sendo diversas, até que em 1925 convencionou-se que o início do dia se daria à meia noite de acordo com o horário do Meridiano de Greenwich. Em Greenwich passa a Linha internacional de mudança de data que desde 1885 já havia sido aceita num acordo internacional.

“Elevada à glória celeste, Maria dedica-se totalmente à obra da salvação, para comunicar a cada vivente a felicidade que lhe foi concedida. É uma Rainha que dá tudo aquilo que possui, comunicando, sobretudo, a vida e o amor de Cristo” (Papa João Paulo II, L’Osservatore Romano, ed. port. nº 30, 26/07/1997, pág. 8).

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