Sexta-feira, 15 de novembro de 2013, 10h15
Crianças órfãs nas Filipinas correm sérios riscos, alerta padre
Da Redação, com Agência Fides
Em meio a tentativas de socorro às vítimas do tufão Hayan que devastou a província de Leyte, nas Filipinas, na última sexta-feira, 8, o alerta agora é com as crianças órfãs. O risco de sequestro para tráfico e pedofilia são grandes, denuncia o sacerdote irlandês, Shay Cullen, que vive no país asiático desde 1969.
“Essas crianças são as vítimas privilegiadas de pessoas que as sequestram com objetivo de pedofilia ou tráfico humano. É uma perspectiva horrível, mas é realidade em caso de calamidade natural. Estas crianças precisam de atenção imediata para serem salvas das garras de traficantes e pedófilos”, alerta o sacerdote.
Milhares de crianças ficaram órfãs e estão sozinhas, vagando pelos escombros, em busca de cuidados, conta o sacerdote que dirige a Associação de proteção aos menores, “Preda Foudation”.
“É preciso fazer todo o possível para deter o tráfico de crianças. A nossa associação enviou agentes sociais qualificados à área atingida, para ajudar a proteger e cuidar das crianças sem moradia”, diz Padre Cullen.
O Departamento de Bem-estar social e Desenvolvimento das Filipinas, enviou um comunicado urgente a todos os agentes humanitários em Leyte, assinalando “o risco de tráfico de crianças” nas áreas devastadas pelo tufão.
O tráfico de seres humanos e a prostituição infantil são graves problemas sociais enfrentados pelo país. O tráfico é controlado por organizações criminosas espalhadas por todo o território nacional.
Segundo dados do UNICEF, estima-se que o número de crianças, vítimas do tráfico com objetivo de exploração sexual, estejam entre 60 a 100 mil. Elas são levadas de bairros da periferia com a proposta de adoção por “famílias ricas” de outros países.
A prostituição infantil é grande, sobretudo nas áreas turísticas das Filipinas. Dentre as principais causas do fenômeno, indicadas pelo Unicef, estão a pobreza, as dificuldades econômicas nas comunidades de origem, a falta de acesso a serviços públicos, como escola e saúde.
Leia mais:
.: Risco de epidemias é grande nas Filipinas, destaca bispo
.: Igreja Católica nas Filipinas mobiliza auxílio às vítimas
.: Cáritas lança campanha de doações às vítimas do tufão nas Filipinas
.: Secretário de Estado do Vaticano envia carta aos filipinos
Filipinas tufão crianças orfãos sacerdote“Essas crianças são as vítimas privilegiadas de pessoas que as sequestram com objetivo de pedofilia ou tráfico humano. É uma perspectiva horrível, mas é realidade em caso de calamidade natural. Estas crianças precisam de atenção imediata para serem salvas das garras de traficantes e pedófilos”, alerta o sacerdote.
Milhares de crianças ficaram órfãs e estão sozinhas, vagando pelos escombros, em busca de cuidados, conta o sacerdote que dirige a Associação de proteção aos menores, “Preda Foudation”.
“É preciso fazer todo o possível para deter o tráfico de crianças. A nossa associação enviou agentes sociais qualificados à área atingida, para ajudar a proteger e cuidar das crianças sem moradia”, diz Padre Cullen.
O Departamento de Bem-estar social e Desenvolvimento das Filipinas, enviou um comunicado urgente a todos os agentes humanitários em Leyte, assinalando “o risco de tráfico de crianças” nas áreas devastadas pelo tufão.
O tráfico de seres humanos e a prostituição infantil são graves problemas sociais enfrentados pelo país. O tráfico é controlado por organizações criminosas espalhadas por todo o território nacional.
Segundo dados do UNICEF, estima-se que o número de crianças, vítimas do tráfico com objetivo de exploração sexual, estejam entre 60 a 100 mil. Elas são levadas de bairros da periferia com a proposta de adoção por “famílias ricas” de outros países.
A prostituição infantil é grande, sobretudo nas áreas turísticas das Filipinas. Dentre as principais causas do fenômeno, indicadas pelo Unicef, estão a pobreza, as dificuldades econômicas nas comunidades de origem, a falta de acesso a serviços públicos, como escola e saúde.
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