AGORA SÃO OUTROS QUATROCENTOS: UMA SÃO LUÍS LIVRE DAS DROGAS
Data de Publicação: 10 de setembro de 2012 às 04:47
Foi o tema que inspirou a Igreja, por meio da Pastoral da Sobriedade, por ocasião do 4º Centenário da fundação da Capital do Estado do Maranhão. Com uma intensa programação iniciada no dia 19, que se estendeu até o dia 26 de junho, a Igreja mostrou sua importância no enfrentamento às drogas.Vivemos hoje num mundo onde a falta de esperança toma conta, cada vez mais de grande parte da humanidade, consumada pela deterioração dos valores. Os desafios cada vez maiores para enfrentar as adversidades que estão em nossa direção, às vezes, impotentes diante de bombardeios e modismos: omissão, “tudo pode”, “libera”, onde os pais vem perdendo a força sobre os filhos, e ai, que se apresenta “na crista da onda” a droga como um grande vilão dos tempos atuais, um fenômeno que vem devastando toda a sociedade, uma situação gravíssima que inspira cuidados e respostas para uma pergunta que não quer calar. Apresenta-se como uma grande ameaça à estabilidade pessoal, familiar e social. Com isso estabeleceu-se uma verdadeira corrida atrás de modelos de prevenção ao uso das mesmas. Nossa atitude como protagonistas de uma igreja viva e operante, é, levar esperança, apontar o caminho da verdade nas palavras de Deus, sobre o sentido da vida, através da Pastoral da Sobriedade para assim, destacar a importância da Prevenção aos pais, famílias, educadores, escolas, ambientes sociais, meios de comunicação, redes sociais e organismos internacionais para se empenharem na formação de uma sociedade nova, “com o rosto do homem e a educação para ser homem”, convocando todos para, através do esforço conjunto, cada qual, segundo sua responsabilidade, nutrir-se de valores autênticos e em especial de valores espirituais sólidos.
Nossa preocupação com a questão do uso de drogas é evidente e chama a atenção para o assunto. Hoje o flagelo das drogas torna-se perverso, em formas cruéis e dimensões alarmantes, superiores a muitas previsões. Episódios trágicos denotam que a crescente epidemia conhece as mais amplas ramificações, alimentada por um torpe mercado que se encrava em nações e continentes e as implicações veladas deste rio subterrâneo e suas conexões com a delinquência e a prostituição são tais e tantas que constituem um dos principais fatores da decadência geral.

Preocupação só tem sentido se acompanhada de uma ação concreta, por isso temos que correr: sair atrás para chegar na frente. Isto é prevenção. Não dá mais para esperar, temos que agir já, há muitos sofredores esperando pelo nosso Sim. A grande verdade é “A droga é um mal e ao mal não devemos dá trégua”!...
A FORÇA DA PREVENÇÃO DIANTE DAS DROGAS foi concebido por conta de uma necessidade objetiva para enfrentar um problema de difícil solução: o uso banalizado das drogas, onde chamo a todos que têm amor pela vida, a participarem desse processo de sensibilização às famílias, pais, jovens, educadores, redes de instituições, igrejas, conselhos, meios de comunicação e outros programas voluntários em defesa das futuras gerações. Se não pudermos salvar os que já estão comprometidos e com grandes dificuldades de se libertarem da drogadição, vamos fazer de tudo para salvar as gerações futuras através da prevenção. Vamos levar esta proposta a todo o Brasil, através desta obra. Não se pode admitir nem aceitar que a droga esteja sendo utilizada até nos “trotes” nas recepções de calouros nas universidades, onde os universitários são submetidos ao constrangimento de beber e consumir a droga, sob pena de sofrer outras violências. Isto é bulling. Isto é vexatório e vergonhoso. Dois aspectos que poderiam ser a solução, acabam como uma resposta apenas paliativa e que não têm correspondido: Muito se fala, pouco, ou melhor, quase nada se faz.
1. A repressão não vejo como acabar a droga, porque ela nunca vai acabar mesmo. A imaginação e a criatividade dos traficantes da morte estão bem articuladas. “Precisamos articular bem o bem”;
2. A recuperação. Sabemos o quanto é difícil tratar uma dependência química. As recaídas estão ai desafiando os profissionais de saúde. Além disso, temos uma deficiência muito grande. Nem mesmo as iniciativas particulares, às ONGS, as instituições voluntárias e o próprio Estado tem correspondido como a uma questão que merece muita atenção.
Temos acompanhado com muita esperança: Comissões Parlamentares, Seminários, orçamentos voltados para o enfrentamento do Crack, porque não o enfrentamento às drogas? O Crack é a bola da vez, ou melhor, a pedra da vez? uma pedra no sapato realmente. Sabemos que não é apenas o Ckack que está ceifando vidas. Temos que atacar às drogas de maneira geral, todos os tipos de drogas que desestabilizam a estrutura e a dignidade humana.
Diante desse quadro estarrecedor de ameaças implacáveis, onde a violência cresce, também por conta da droga, sentimos a necessidade de políticas públicas permanentes e concretas com a criação de órgãos específicos para o controle social das drogas. Secretarias especializadas no assunto, tanto na esfera municipal como estadual, como já acontece em outras capitais do Brasil. Eu vislumbro como cristão cheio de fé, não na construção de cadeias para traficantes, nem clinicas para hospitalizar dependentes químicos, mas na construção de uma sociedade solidária, cheia de amor e atenção às famílias que enfrentam a dor das drogas com esse flagelo nacional do crack, um Deus que, com seu poder salvífico, possibilite o milagre para transformar toda a humanidade. “A fé em Deus nos faz crer no incrível, ver o invisível e realizar o impossível”. A prevenção é uma intervenção antecipatória de responsabilidade coletiva, que visa desencorajar o uso inicial de drogas e/ou promover a interrupção de seu consumo, evitando assim o desencadeamento de situações de risco por parte do cidadão. Neste contexto, todos os colaboradores envolvidos estarão contribuindo para uma maior conscientização da comunidade na integração de ações destinadas à sua ampliação. Produzir o Elixir do Bem através de uma Prevenção que tenha por finalidade incentivar a reflexão e a discussão sobre o uso de drogas e suas consequências na população, principalmente na juventude brasileira.
Um investimento de 25 reais está na leitura do livro a FORÇA DA PREVENÇÃO DIANTE DAS DROGAS, uma ferramenta que vai auxiliar no enfrentamento desse flagelo social e prevenir que tenhamos prejuízos maiores. Numa linguagem acessível e assimilável esta cartilha traz ensinamentos que pode ser a salvação das futuras gerações. Prevenir é escapar das ameaças ao afirmar que UM Prevenido vale por mais de UM. Você pode adquirir seu exemplar nas Livrarias Paulinas na Rua de Santana e Livraria Vozes da Rua do Sol, 496 – Centro e ainda na Secretaria da Arquidiocese de São Luís e fazer a experiência com essa poderosa arma com um Programa de Educação para Valorização da Vida.

Rogerio Augusto Sales Napoleão Pastoral da Sobriedade

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