O RELATIVISMO E A VERDADE DA DOUTRINA CATÓLICA - LITURGIA DIÁRIA , 08 DE ABRIL DE 2013

O RELATIVISMO E A VERDADE DA DOUTRINA CATÓLICA
POR CAUSA DO RELATIVISMO MORAL OS GOVERNANTES PROPÕEM LEIS CONTRA A LEI NATURAL QUE DEUS COLOCOU NO CORAÇÃO DE TODOS OS HOMENS. DESSA FORMA, A PALAVRA DO LEGISLADOR HUMANO VAI SUPERANDO A DO LEGISLADOR DIVINO (ABORTO, EUTANÁSIA , CASAMENTO GAY, DIVÓRCIO , ORDENAÇÃO DE MULHERES , ETC) , A QUAL É A MESMA PARA TODOS OS HOMENS
O PAPA BENTO XVI falou insistentemente do perigo da “ditadura do relativismo”, que vai oprimindo quem não a aceita. Quem não estiver dentro do “politicamente correto” é anulado, desprezado, zombado com cinismo :
«Estamos a avançar para uma ditadura de relativismo que não reconhece nada como certo e que tem como objectivo central o próprio ego e os próprios desejos . Ter uma fé clara, segundo o credo da Igreja Católica, é rotulado como fundamentalista, enquanto que o relativismo entrega-se a uma qualquer doutrina, que aparece como a única atitude louvável nos tempos actuais , é preciso abandonar uma atitude de criança, andando ao sabor de ventos, das várias correntes e ideologias . O pequeno barco do pensamento dos numerosos cristãos é agitado por estas vagas, que oscilam entre um extremo e outro: do marxismo ao liberalismo, até à libertinagem, do colectivismo ao individualismo radical, do ateísmo a uma vaga mística religiosa . Ser adulto não significa apenas seguir as modas, mas ter algo mais profundo . Só esta fé pode criar unidade» , DISSE JOSEPH RATZINGER NA HOMILIA QUE DOMINOU A MISSA PRO ELIGENDO ROMANO PONTIFICE , NO DIA 18 DE ABRIL DE 2005 , NA BASÍLICA DE SÃO PEDRO , ONDE DEIXOU UMA CRÍTICA CLARA AO MODO COMO SE VIVEM OS TEMPOS MODERNOS E EXALTOU OS PRINCÍPIOS TRADICIONAIS DA IGREJA CATÓLICA
Evidentemente, a Igreja rejeita o relativismo porque há verdades que são permanentes. As verdades da fé e da moral cristã são perenes porque foram dadas por Deus. Cristo afirmou solenemente: “Eu sou a Verdade” (Jo 14,6); “a verdade vos libertará” (Jo 8,32); e disse a Pilatos que veio ao mundo exatamente “para dar testemunho da verdade” (Jo 18,37). São Paulo relatou que “Deus quer que todos se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade” (1Tm 2,4) e que “ a Igreja é a coluna e o fundamento da verdade” (1Tm 3, 15)
Ora, se negarmos que existe a verdade objetiva e perene, o Cristianismo fica destruído desde a sua raiz. O Evangelho é o dicionário da Verdade
O Relativismo Religioso é o pensamento de que todas as religiões são boas e que qualquer pessoa pode fazer a sua própria verdade. Sabemos muito bem que o Cristianismo não deve ser seguido por conveniência, e sim,por fidelidade.Não há como haver união entre a luz e as trevas ,e sabemos muito bem que nós católicos,devemos defender a integridade da Igreja e do próprio Cristo.Deus existe e Ele quer que sejamos fieis à Ele,sem seguir nossas próprias convicções,mas devemos nos preocupar em fazer a vontade Dele.
A justificativa para esta imensidade de seitas que há aqui no Brasil é que muitas pessoas buscam fazer sua própria religião(se é que podemos chamar seitas de religiões)buscando fazer a religião que convêm e seguir o ´´deus`` que convêm.Tudo isso é devido ao Relativismo Religioso que tenta nos mostrar que qualquer religião pode nos mostrar Deus,quando na verdade,existe um só caminho que é Jesus Cristo.!
Nós, católicos, com amor, não podemos deixar-nos levar por um relativismo barato, ignorando a nossa fé. Pergunta-se: não é uma ameaça a liberdade de pensamento? Não é assim! Nós não queremos tirar a liberdade de ninguém, mas temos que anunciar a verdade , que é nossa obrigação. Se eu não anuncio a verdade, eu não sou católico. Não podemos, pois, permitir que em nossa Igreja, onde está contida a verdade , entre o relativismo
“A infalibilidade da Igreja é como uma medida adotada pela misericórdia do Criador para preservar a [verdadeira] religião no mundo e para refrear aquela liberdade de pensamento que, evidentemente, em si mesma, é um dos nossos maiores dons naturais, mas que urge salvar dos seus próprios excessos suicidas” - (CARDEAL NEWMAN, APOLOGIA PRO VITA SUA. EDITORIAL VERBO. 1974, P. 276)
"Creio que o que hoje está faltando na Igreja é o martírio da fé, esse ter a audácia e a coragem de viver uma fé que nos leva a morrer aos caprichos pessoais, à soberba pessoal, à sensualidade. Deve nos levar a morrer a esse complexo do relativismo que quer que todas as posições sejam iguais e é preciso vencê-lo. Leva-nos a ter a audácia de propor Cristo vivo e, portanto, viver esse respeito e reverência ao Corpo de Cristo na Eucaristia, recebendo-o de maneira respeitosa, e deixar de lado posições um pouco tíbias e temerosas, que estão fazendo em grandes grupos da Igreja um enorme problema de tibieza, ou seja, a religião como um menu segundo o gosto do consumidor ou como uma ONG preocupada de melhorar o ambiente
Falta-nos o sabor que imprime uma Teresa de Calcutá, um Josemaría Escrivá ou, é claro, um São Paulo. É o caminho do martírio, o caminho da contemplação. Se deixamos de lado a contemplação, essa experiência de encontro com Cristo à qual Bento XVI nos convida em sua primeira encíclica, para realmente ver com os olhos de Cristo, falar com suas palavras, sofrer com seu sofrimento, se deixamos de lado o martírio e a contemplação, ficamos sem ressurreição, então a alegria desta fé passa a ser o peso das contradições, o caminho da negociação. Finalmente, a mensagem cristã se dissolve em um simples convite à boa vontade de alguns
Todos estão convidando , todos – cardeais, bispos, sacerdotes, religiosos e, é claro, leigos – a não terem medo a lançar-nos a esse martírio da cruz: a cruz do que não tem medo de afirmar a verdade no trabalho, na política, na economia; o martírio que supõe que o sacerdote celebre a missa respeitando as normas do magistério, que os religiosos, cheios de entusiasmo, leiam uma e mil vezes a vida de seus santos fundadores e não tenham temor dessa entrega sem limites : “Não sou eu quem vivo, é Cristo que vive em mim”. (Gál 2, 20)
Precisamos de santos, que caminhando pelas ruas e dirigindo suas famílias, trabalhando nos ofícios mais humildes ou sendo grandes economistas ou políticos, irradiem uma luz tão forte, seu sal seja de tal sabor, que voltemos a ver essa primavera da qual nos falava João Paulo II, de lares, de escolas. Não é uma utopia, é uma possibilidade ao alcance da santidade. Se não tomarmos a decisão de ser santos, não entenderemos a mensagem de São Paulo
A tibieza invadiu o sistema mundial e essa tibieza gera espíritos indecisos. Deste modo, os negociadores da armadilha e da mentira, os poderosos da corrupção, têm êxito. É forte o que digo, mas não creio que o espaço onde estamos tenha um remédio fácil. Creio que temos de aplicar-lhe um remédio mais forte
Precisamos de santos, que caminhando pelas ruas e dirigindo suas famílias, trabalhando nos ofícios mais humildes ou sendo grandes economistas ou políticos, irradiem uma luz tão forte, seu sal seja de tal sabor, que voltemos a ver essa primavera da qual nos falava João Paulo II, de lares, de escolas. Não é uma utopia, é uma possibilidade ao alcance da santidade. Se não tomarmos a decisão de ser santos, não entenderemos a mensagem de São Paulo
A tibieza invadiu o sistema mundial e essa tibieza gera espíritos indecisos. Deste modo, os negociadores da armadilha e da mentira, os poderosos da corrupção, têm êxito. É forte o que digo, mas não creio que o espaço onde estamos tenha um remédio fácil. Creio que temos de aplicar-lhe um remédio mais forte
Sei que algum grupo poderia dizer: “isso parece um autoritarismo medieval”. Não, deve-se perder o medo dessas críticas ladinas. Todo ser humano requer apoio e orientação de alguém, tem necessidade de exemplo e liderança. Em toda instituição há algumas normas e quem não as cumpre vai embora da instituição. Eu creio que está faltando em muitos níveis da Igreja uma maior autoridade e uma maior obediência. E creio que isso não é nem medieval, nem moderno, nem pós-moderno. Assim foi desde Adão e Eva e assim será até o final dos séculos
Creio eu que é necessário um pouco de clareza e de autoridade. De clareza por parte dos que são responsáveis para poder dizer: “se você não quer, deixe de ser católico”. Mas o que não podemos é vender um produto desgastado. Pensar que os pais e os filhos vão a uma universidade que tem o letreiro de “católica” e que depois ensina o contrário à fé é uma confusão e um abuso. Creio que a Igreja tem o dever de chamar as coisas pelo nome
Compreendo que a situação de hoje , reflete este relativismo de pensamento e que muita gente, em nome da tolerância, é muito intolerante. Exigem tolerância, como ordinário do lugar, e contudo não toleram a proposta católica que a Igreja propõe. Então, temos de ser um pouco mais sinceros. A verdade é algo que é doloroso, a verdade cansa, constrói, enche de esperança, de fé e de alegria e creio que devemos redescobri-la
Estamos em um mundo no qual as comunicações trazem a possibilidade da transparência. Pois que essa transparência permita que se veja a verdade
Creio eu que são momentos em que se deve ter uma enorme proximidade com o Senhor, deve-se ter paixão pelo tempo que nos coube viver, e não temor; deve-se buscar no fundo do coração das pessoas essa semente de bondade que todos temos, mas não fazê-lo pela via de uma negociação política ou de um intercâmbio de p oderes, como um intercâmbio de equilíbrios ou como uma complicação ideológica. É muito mais sério. Levemos mais a sério a pessoa humana, a família, Deus criador, Deus feito homem, nossa mãe Santa Maria, no que representa para a maternidade de uma mulher - (CARDEAL JUAN LUIS CIPRIANI, ARCEBISPO DE LIMA)
Creio eu que são momentos em que se deve ter uma enorme proximidade com o Senhor, deve-se ter paixão pelo tempo que nos coube viver, e não temor; deve-se buscar no fundo do coração das pessoas essa semente de bondade que todos temos, mas não fazê-lo pela via de uma negociação política ou de um intercâmbio de p oderes, como um intercâmbio de equilíbrios ou como uma complicação ideológica. É muito mais sério. Levemos mais a sério a pessoa humana, a família, Deus criador, Deus feito homem, nossa mãe Santa Maria, no que representa para a maternidade de uma mulher - (CARDEAL JUAN LUIS CIPRIANI, ARCEBISPO DE LIMA)
É por causa desse relativismo moral que encontramos vez ou outra religiosos e sacerdotes que aceitam o divórcio, o aborto, a pílula do dia seguinte, o casamento de homossexuais, a ordenação de mulheres, a eutanásia, a inseminação artificial, a manipulação de embriões, o feminismo... e outros erros que o Magistério da Igreja condena explicita e veementemente. Esse mesmo relativismo é a razão que move os contestadores do Papa, do Vaticano, dos Bispos e da hierarquia da Igreja, como se estes tivessem usurpado o poder sagrado e não o recebido do próprio Cristo pelo Sacramento da Ordem

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