Câmara dos Deputados do Kansas, EUA, define que a vida começa na fecundação
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| Nos EUA, homens honrados fizeram jus ao título de "nobres deputados" |
O movimento em defesa da vida obteve uma importante vitória sobre a cultura da morte nesta sexta-feira, 05/04/013, nos Estados Unidos. Com um placar de 90 a 30, a Câmara dos Deputados do Estado do Kansas aprovou a lei quedefine o estágio inicial da vida na fecundação, proíbe a vergonhosa associação Planned Parenthood (a maior rede de abortos do mundo) e outros grupos ligados à causa de promoverem aulas de educação sexual nas escolas, exclui as clínicas de abortos da isenção fiscal, bane abortos por seleção de sexo e obriga os médicos a darem maiores detalhes sobre o assunto às gestantes que queiram abortar. Durante a tarde, o projeto já havia sido aprovado com facilidade pelo Senado. Agora, para que a lei entre em vigor, só resta a provável assinatura do governador Sam Brownback, reconhecido por sua forte oposição ao aborto.
Os Estados Unidos enfrentam uma grande tensão desde queo presidente Barack Obama iniciou seu projeto de reforma da saúde pública. O programa, chamado de "Obamacare", tem recebido fortes críticas de bispos e outros setores da sociedade devido a violações do direito à liberdade religiosa, objeção de consciência, aprovação do aborto e mudança de sexo. Pelo projeto, os hospitais católicos serão obrigados a interromper a gravidez de pacientes que decidam pelo procedimento.
O aborto é garantido pela Constituição dos Estados Unidos desde que a Suprema Corte americana, no famoso caso "Roe vs. Wade", o liberou até o nono mês da gravidez. Após 40 anos da decisão, estima-se que 55 milhões de abortos, isto é, assassinatos de inocentes, tenham sido realizados no país. Por outro lado, apesar do lobby das grandes indústrias e da militância abortista, a aprovação do aborto nos EUA têm caído ano após ano. No final de janeiro de 2013, os americanos fizeram a maior marcha pela vida da história do país. Cerca de 650 mil pessoas, sobretudo jovens, participaram do evento.
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| Cenas da inesquecível March for Life (Marcha pela Vida) de 2013 em Washington, EUA, quando o povo e especialmente a juventude norte-americana deu exemplo ao mundo do que é ser católico na prática. Graças a Deus, o catolicismo é a religião que mais cresce na "Terra do Tio Sam". Existem mais católicos nos EUA, hoje, do que "evangélicos" no Brasil (saiba mais). |
Caso o governador Sam Brownback aprove o projeto de lei, o Kansas se tornará um dos primeiros Estados pró-vida dos Estados Unidos. Recentemente, Dakota do Norte e Arkansas também aprovaram maiores restrições ao aborto, encaradas como uma verdadeira afronta ao julgamento "Roe vs. Wade". A lei do Kansas também é importante pela sua linguagem. Ao decretar que a vida começa na fecundação, - ou seja, no momento em que o espermatozóide se une ao óvulo, - o projeto elimina qualquer sombra de dúvida a respeito dos direitos da vida humana em forma fetal, pois não há possibilidade de desvios como ocorria quando o debate era sobre a "concepção". Assim, o projeto é um primeiro passo para fortalecer a consciência de que o feto é um ser humano e merece tanta proteção do Estado quanto qualquer outro.
Outro aspecto positivo do projeto é a exclusão das aulas de educação sexual, promovidas pela Planned Parenthood, nas escolas. Uma das táticas da cultura da morte para obter êxito nos seus trabalhos é a doutrinação direta das crianças, para inocular desde cedo o pensamento contrário à Lei Natural. Destruída a percepção sobre a dignidade da vida humana, abrem-se as portas para todo o tipo de barbaridades, principalmente na temática sexual. Há anos que instituições como a Planned Parenthood e o SIECUS trabalham para destruir a moral sexual da população por campanhas contra a castidade.
O infame caso "Roe vs Wade" abriu as portas para o aborto nos Estados Unidos através de uma mentira. Em 1995, Norma McCorvey, a "Jane Roe", confessou ter inventado o caso de estupro utilizado em seu processo para a legalização do aborto. Após conviver com integrantes pró-vida, McCorvey abandonou a militância feminista e em 2012, apareceu em alguns vídeos contrários à reeleição de Barack Obama para presidência dos Estados Unidos. O fato é apenas um exemplo em meio a tantos outros de como a estratégia abortista vale-se de meios imorais e ardilosos para conseguir o que quer. Por isso, é mister romper a hegemonia ideológica do movimento pró-aborto e trazer à tona a farsa que está na base de toda a sua ação. Somente assim, iniciativas como as de Kansas, no Estados Unidos, poderão se espalhar por outros locais e finalmente pôr fim à cultura da morte.
Fonte: Blog Pe. Paulo Ricardo
-http://vozdaigreja.blogspot.com.br
Fonte: Blog Pe. Paulo Ricardo
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