Blog Alma Missionária

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quarta-feira, 31 de outubro de 2012


JESUS CRISTO PERDOADOR

Comecemos com Paulo de Tarso na sua carta ao romanos capítulo 7, 14-25
Sabemos bem que a lei é espiritual; mas eu sou um carnal, que se vendeu ao pecado, porque não aprovo aquilo que faço; mas assim mesmo faço, mesmo não querendo fazer
Se digo que faço o que não devo, é porque admito que a lei está certa.
Às vezes parece que não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim.
Sinto que na minha carne não habita nenhum bem; já que o quero e não o realizo. O bem que quero fazer eu não faço, mas o mal que não quero fazer de repente lá estou eu fazendo. Isso se deve ao pecado que tomou conta de mim
Esta é a lei que parece mandar em mim: quero fazer o bem, mas o mal leva a melhor. Dentro de mim eu até sinto prazer na lei de Deus; mas meu corpo tem outra linguagem que vai contra meu espírito me prende ao pecado
Esta é a minha miséria! Quem me livrará deste dilema? Dou graças a Deus por Jesus Cristo nosso Senhor. Ele poderá libertar este meu espírito que deseja o bem, e esta minha carne às vezes que me leva para o outro lado…
A versão é livre, mas a leitura de outros textos de Paulo nos autorizam a crer que hoje, diante das bancas, da televisão, do cinema, da Internet, do terrorismo, da violência, da corrupção, das drogas e da invasão do pecado em todos os quadrantes da sociedade ele diria as mesmas coisas, talvez até com palavras mais duras. Repetiria o que disse na Rm 1, 18-32. Aquele sim, foi um repto contra os pecados do seu tempo Mas apontaria para Jesus que perdoa, reeduca e restaura. Se o pecado é evidente e sua realidade salta aos olhos também a misericórdia de Deus em Jesus Cristo é evidente e também ela slata aos olhos, porque onde o pecado foi abundante graça foi superabundante Rm 5,20. Em linguagem de hoje: Deus foi mais misericordioso do que eles foram pecadores. Ele é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, (Ef 2, 4)
Paulo não tinha nenhuma outra resposta para o seu dilema além de Jesus Cristo sobre quem ele dizia em outras passagens de seus escritos:
Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno. (Hb 4, 16)
Porque Deus encerrou a todos debaixo da desobediência, para com todos usar de misericórdia. (Rm 11, 32)
Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação; (2 Cor, 3)
Mas por isso alcancei misericórdia, para que em mim, que sou o principal, Jesus Cristo mostrasse toda a sua longanimidade, para exemplo dos que haviam de crer nele para a vida eterna. (I Tm 1, 16)
E isto digo, conhecendo o tempo, que já é hora de despertarmos do sono; porque a nossa salvação está agora mais perto de nós do que quando aceitamos a fé. (Rm 13,11)
Perdão e misericórdia estão juntos. Podemos até não merecer o perdão que pedimos, mas a misericórdia do Senhor se estende até sobre quem não a merece. Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores. (Rm 5, 8)
Eu sou o menor dos apóstolos, que não sou digno de ser chamado apóstolo, pois que persegui a igreja de Deus. Mas pela graça de Deus sou o que sou; e a sua graça para comigo não foi vã, pois até trabalhei muito mais do que todos eles; aliás, eu não, mas a graça de Deus, que está comigo. (I Cor 15, 9-10)
Paulo na sua cristologia não cessa de ressaltar este perdão recebido. Mas Jesus deixa claro que há que haver perdão da nossa parte:
Mas, se vós não perdoardes, também vosso Pai, que está nos céus, vos não perdoará as vossas ofensas. (Mc 11, 26)
Num mundo onde o pecado salta aos olhos de todos, não importa qual a idade, é preciso ensinar a misericórdia que também salta aos olhos. Basta que olhemos ao redor e vejamos aqueles que Deus levantou da miséria e do pecado. São como vasos restaurados. Quem não entende de restauração não acredita que aquele vaso já esteve estilhaçado em duzentos pedaços. Mão experiente o restaurou. Quem não sabe do passado de alguns irmãos jamais acreditaria que aquele homem, aquela mulher já foram grandes pecadores. Jesus o perdoador os tocou! Ele não veio para os bonzinhos. Estes não precisam de salvação. Já estão providos da graça que liberta. Veio para os estilhaçados. Aqueles de quem se dizia: – Não tem a menor chance!
Paulo diz por que tiveram! Jesus Morreu por eles! (Rm 5. 6)

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Quarta-feira, 31 de outubro de 2012, 14h30

Papa destaca que fé não deve ser vivida de forma individualista

André Luiz
Da Redação


Arquivo
"A fé é virtude teologal, doada por Deus, mas transmitida pela Igreja ao longo da história", afirma Bento XVI
O Papa Bento XVI continuou nesta quarta-feira, 31, as reflexões sobre a fé católica propostas por ele para o Ano da Fé. Na catequese de hoje o Santo Padre exortou os fiéis a não se deterem numa fé individualista, mas enraizada na fé da Igreja.
Acesse
.:NA ÍNTEGRA: Catequese de Bento XVI - 31/10/2012
Ao iniciar a reflexão, o Pontífice fez três questionamentos que nortearam toda a catequese. “A fé tem um caráter somente pessoal, individual? Interessa somente a minha pessoa? Vivo a minha fé sozinho?”
Segundo o Papa, a fé professada não é resultado de uma reflexão pessoal e solitária, nem produto de um pensamento excêntrico. Ao contrário, “é fruto de uma relação, de um diálogo, no qual tem um escutar, um receber e um responder; é o comunicar com Jesus que me faz sair do meu “eu” fechado em mim mesmo para abrir-me ao amor de Deus Pai.”
Bento XVI disse que o cristão não está impedido de viver uma intimidade com a Pessoa de Cristo. Deve sim buscar no silêncio do seu coração o encontro com o Mestre. Porém, lembra o Papa, “nossa fé é verdadeiramente pessoal, somente se é também comunitária: pode ser a minha fé somente se vive e se move no “nós” da Igreja, só se é a nossa fé, se é a fé comum da única Igreja.”
“Não posso construir a minha fé pessoal em um diálogo privado com Jesus, porque a fé é doada a mim por Deus através de uma comunidade crente que é a Igreja e me insere assim na multidão dos crentes em uma comunhão que não é só social, mas enraizada no amor eterno de Deus,” reforça o Papa.
Por fim , o Santo Padre, recordou que todo cristão deve reconhecer a necessidade de ter na Igreja a confirmação da fé. Num mundo onde o individualismo orienta as relações pessoais, o Papa lembra que a fé é um convite para todos serem “povo de Deus”, serem Igreja.
“Um cristão que se deixa guiar e plasmar pouco a pouco pela fé da Igreja, apesar de suas fraquezas, suas limitações e suas dificuldades, torna-se como uma janela aberta à luz do Deus vivo, que recebe essa luz e a transmite ao mundo.”



 
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SANTO DO DIA


Santo Afonso Rodrigues

31 de Outubro


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Santo Afonso RodriguesDiante da "galeria" de santos da Companhia de Jesus, voltamos o nosso olhar, talvez, para o mais simples e humilde dos Irmãos: Santo Afonso Rodrigues. Natural de Segóvia na Espanha, veio à luz aos 25 de julho de 1532.

Pertencente a uma família cristã, teve que interromper seus estudos no primário, pois com a morte do pai, assumiu os compromissos com o comércio. Casou-se com Maria Soares que amou tanto quanto os dois filhos, infelizmente todos, com o tempo, faleceram. Ao entrar em crise espiritual, Afonso entrega-se à oração, à penitência e dirigido por um sacerdote, descobriu o seu chamado a ser Irmão religioso e assim, assumiu grandes dificuldades como a limitação dos estudos. Vencendo tudo em Deus, Afonso foi recebido na Companhia de Jesus como Irmão e depois do noviciado foi enviado para o colégio de formação.

No colégio, desempenhou os ofícios de porteiro e a todos prestava vários serviços, e dentre as virtudes heróicas que conquistou na graça e querendo ser firme na fé, foi a obediência sua prova de verdadeira humildade. Santo Afonso sabia ser simples Irmão pois aceitava com amor toda ordem e desejo dos superiores, como expressão da vontade de Deus.

Tinha como regra: "Agradar somente a Deus, cumprir sempre e em toda parte a Vontade Divina". Este santo encantador, com sua espiritualidade ajudou a muitos, principalmente São Pedro Claver quanto ao futuro apostolado na Colômbia. Místico de muitos carismas, Santo Afonso Rodrigues, sofreu muito antes de morrer em 31 de outubro de 1617.

Santo Afonso Rodrigues, rogai por nós!


HOMILIA DIÁRIA


Devemos nos empenhar em viver a própria existência cristã

Postado por: homilia

outubro 31st, 2012
No Evangelho de hoje, Jesus anuncia sua mensagem de salvação, ensinando de cidade em cidade, de povoado em povoado. Ao mesmo tempo, se aproxima de Jerusalém, onde alguém lhe pergunta: “Senhor, é verdade que são poucos os que se salvam?” É a pergunta curiosa do devoto fiel, evidentemente, pondo-se no grupo dos salvos. É a tentação de sempre, a tentação dos que se julgam “proprietários da salvação”, especialmente dos fariseus; mas também é a nossa tentação: saber se levamos uma vida correta e se o nosso lugar no paraíso já está assegurado.
É a tentação que temos nós, discípulos, quando perdemos a dimensão da espera; quando acreditamos que os muros da nossa cidade interior são tão seguros a ponto de não precisarem de vigilância. É terrível para nós, discípulos, quando depois de uma bela experiência de Deus, sentimos imediatamente ter entrado num grupo à parte, e começamos a olhar com soberba aos outros, aqueles que “não entendem”, que “não conhecem”, que têm seguido outros caminhos diferentes do de Jesus.
Para mantermos a vida de fé, necessitamos fazer todo o esforço possível – diz o Senhor – para passar pela porta estreita. Com este símbolo, Jesus não tem intenção de dizer que devido ao monte de gente que quer a vida eterna, tenhamos que empurrar uns aos outros pra poder garantir nosso lugar. Não! Mas que devemos nos esforçar. Não basta querermos.
Certamente, é verdade que nós somos salvos e que não podemos nos salvar pelas nossas próprias forças, mas isto não acontece sem a nossa ação, com uma atitude de pura passividade. Deus nos salva, mas nos leva a sério como pessoas livres e responsáveis. Devemos nos esforçar e lutar, aproximando-se decididamente e conscientemente d’Ele, para superar os obstáculos e testemunhá-Lo com a nossa vida.
Com a afirmação sobre a porta que é fechada pelo dono da casa, Jesus quer dizer que devemos nos esforçar a tempo. Devemos levar em conta que o nosso tempo é curto. Não podemos adiar “pra não sei quando” o esforço para viver em comunhão com Deus. Com a nossa morte, a porta será fechada e será decidido o nosso destino. Então, será muito tarde para querer, chamar e bater.
Devemos levar em conta também que o nosso tempo, além de limitado, não temos controle sobre ele. Não podemos viver uma vida segundo o nosso bel-prazer e adiar para a velhice a preocupação pela salvação. Não somos nós a fechar a porta, mas o Senhor. Por isso, devemos estar sempre prontos.
Nas palavras do dono da casa, vemos uma ênfase na justiça, na orientação da vida segundo a vontade do Senhor. Não basta uma comunhão somente externa com Ele, tê-Lo conhecido, ter ouvido os Seus ensinamentos, conhecer o Evangelho e o Cristianismo. Pois, corremos o risco d’Ele nos dizer: “Não sei de onde sois. Afastai-vos de mim todos vós que praticais a injustiça!”
Quem não se orienta pela vontade de Deus, quem rejeita conscientemente a comunhão com Deus, já excluiu a si mesmo da salvação. Esta sua decisão é respeitada e confirmada pelo Senhor. E seria triste chorar de desgosto e ranger os dentes de raiva por se dar conta do que foi perdido.
A boa notícia de Jesus não diz coisas que nos agradam e não nos prometem uma vida fácil e sem esforços. Ela contém algumas verdades incômodas. Mas, justo porque não nos esconde nada e exatamente porque manifesta a verdade completa, nos indica a verdadeira via para a felicidade plena. Aquilo que conta, enfim, é o empenho com o qual se vive a própria existência cristã, testemunhando a pertença a Cristo.
Jesus nos interpela. Pois para chegarmos ao Reino, à vida plena, à felicidade eterna – dom de Deus oferecido a todos – é preciso renunciar a uma vida baseada naqueles valores que nos tornam orgulhosos, egoístas, prepotentes, autossuficientes, e seguir Jesus no seu caminho de amor, de entrega, de dom da vida.
Padre Bantu Mendonça

LEITURAS DO DIA


Primeira leitura (Efésios 6,1-9)

Quarta-Feira, 31 de Outubro de 2012
30ª Semana Comum


A- A+


Leitura da Carta de São Paulo aos Efésios.

1Filhos, obedecei aos vossos pais, no Senhor, pois isto é que é justo. 2”Honra teu pai e tua mãe” – é o primeiro mandamento – que vem acompanhado de uma promessa: 3”A fim de que tenhas felicidade e longa vida sobre a terra”. 4Vós, pais, não revolteis os vossos filhos contra vós, mas, para educá-los, recorrei à disciplina e aos conselhos que vêm do Senhor. 5Escravos, obedecei aos vossos senhores deste mundo com respeito e tremor, de coração sincero, como a Cristo, 6não para servir aos olhos, como quem busca agradar aos homens, mas como escravos de Cristo, que se apressam em fazer a vontade de Deus. 7Servi de boa vontade, como se estivésseis servindo ao Senhor, e não aos homens.8Vós os sabeis: o bem que cada um tiver feito, seja ele escravo ou livre, tornará a recebê-lo do Senhor. 9E vós, senhores, fazei o mesmo com os escravos. Deixai de lado a ameaça; vós sabeis que o Senhor deles e vosso está nos céus e diante dele não há acepção de pessoas.


- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.



Salmo (Salmos 144)

Quarta-Feira, 31 de Outubro de 2012
30ª Semana Comum


A- A+


— O Senhor cumpre sempre suas promessas!
— O Senhor cumpre sempre suas promessas!

— Que vossas obras, ó Senhor, vos glorifiquem, e o vossos santos com louvores vos bendigam! Narrem a glória e o esplendor do vosso reino e saibam proclamar vosso poder!
— Para espalhar vossos prodígios entre os homens e o fulgor de vosso reino esplendoroso. O vosso reino é um reino para sempre, vosso poder, de geração em geração.
— O Senhor é amor fiel sem sua palavra, é santidade em toda obra que ele faz. Ele sustenta todo aquele que vacila e levanta todo aquele que tombou. 

Evangelho (Lucas 13,22-30)

Quarta-Feira, 31 de Outubro de 2012
30ª Semana Comum


A- A+


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 22Jesus atravessava cidades e povoados, ensinando e prosseguindo o caminho para Jerusalém. 23Alguém lhe perguntou: “Senhor, é verdade que são poucos os que se salvam?”
Jesus respondeu: 24“Fazei todo esforço possível para entrar pela porta estreita. Porque eu vos digo que muitos tentarão entrar e não conseguirão”. 25Uma vez que o dono da casa se levantar e fechar a porta, vós, do lado de fora, começareis a bater, dizendo: ‘Senhor, abre-nos a porta!’ Ele responderá: ‘Não sei de onde sois’.
26Então começareis a dizer: ‘Nós comemos e bebemos diante de ti, e tu ensinaste em nossas praças!’ 27Ele, porém, responderá: ‘Não sei de onde sois. Afastai-vos de mim todos vós que praticais a injustiça!’ 28Ali haverá choro e ranger de dentes, quando virdes Abraão, Isaac e Jacó, junto com todos os profetas no Reino de Deus, e vós, porém, sendo lançados fora.
29Virão homens do oriente e do ocidente, do norte e do sul, e tomarão lugar à mesa no Reino de Deus. 30E assim há muitos que serão primeiros, e primeiros que serão últimos”.


- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.


terça-feira, 30 de outubro de 2012

IMITAÇÃO DE CRISTO



Conselho do Dia
Este é o conselho que a Imitação de
Cristo lhe dá para hoje:

Com duas asas se levanta o homem acima das coisas terrenas: simplicidade e pureza. A simplicidade há de estar na intenção e a pureza no afeto. A simplicidade procura a Deus, a pureza o abraça e frui. Em nenhuma boa obra acharás estorvo, se estiveres interiormente livre de todo afeto desordenado. Se só queres e buscas o agrado de Deus e o proveito do próximo, gozarás de liberdade interior. Se teu coração for reto, toda criatura te será um espelho de vida e um livro de santas doutrinas.Não há criatura tão pequena e vil, que não represente a bondade de Deus. ( Da mente pura e da intenção simples)




A Noção Católica de Beleza




Foi durante o Renascimento que, pela primeira vez o "artesão" se diferenciou do "artista plástico" (por exemplo, Michelangelo, Da Vinci e Rafael). O artista plástico era agora reconhecido como o formador do "belo" em vez de o artesãoou artífice, que era dedicado a fazer o que poderia ser usado por aqueles que tinham um trabalho a fazer. A "beleza" e suas leis tornaram-se domínio exclusivo do pintor, escultor ou músico.

De lá para cá, temos experimentado uma progressiva diminuição, um estreitamento, um enfraquecimento do conceito de "belo". Na verdade, a única vez que a palavra é usada hoje em dia, principalmente por mulheres, raramente por homens, é para descrever coisas para as quais não há outra palavra adequada na mente quando estão agarrando algo que é colorido, polido e brilhante.

Ao contrário do que possamos pensar em primeiro lugar, os artistas plásticos do Renascimento não ampliaram os espaços para as expressões do "belo". Na verdade, a atenção que estes artistas deram a "beleza", tornando-a algo a ser buscado estritamente por ela mesma fez com que o belo fosse cada vez mais regulado enquanto ia sendo "permitido" a emergir. A beleza, como no caso das pinturas de Da Vinci, teve de se expressar de acordo com as leis matemáticas da natureza (por exemplo, o equilíbrio matemático em seu A Última Ceia). Mesmo que Michelangelo tenha se rebelado contra esta escravidão do olhar artístico e da imaginação às leis matemáticas de proporção, ele ainda contribuiu para a exclusividade do belo, insistindo sobre a capacidade única do artista plástico ter insights sobre as formas latentes no material "informe" da matéria (por exemplo, um bloco de mármore não formado). Como ele afirma: "o maior artista não tem noção que um único bloco de mármore não contém potencialmente sua massa, mas apenas uma mão obediente à mente pode penetrar nesta imagem." 1

Depois de ver a busca da “beleza” primeiramente relegada à elite artística e aos círculos intelectuais Neo-platônicos, o Romantismo dos séculos XVIII e XIX enclausurou a "beleza" dentro do "momento" da experiência artística perseguida e possuída pelo apreciador da arte - o esteta. Soren Kierkegaard identificou esse tipo de homem como aquele que não avalia as ações, situações ou escolhas em termos de "bom" e "mau", mas sim em termos de "belo" e "feio". Sua busca na vida era conseguir experiências estéticas que poderiam ser capturadas e inseridas dentro do belo momento. A vida do esteta era um acumular-se de "momentos maravilhosos". A partir de agora, "o belo" foi colocado na categoria do subjetivo. Ao invés de ser um atributo real de coisas concretas existentes, "a beleza estava nos olhos do observador" e, para ser uma experiência válida, precisava ser anexada a uma sensação subjetiva de contentamento.

O gradual sequestro do "belo" pela elite artística e literária terminou quando essa mesma elite rejeitou violentamente o conceito de "belo" como a imposição de um padrão objetivo sobre a autonomia da mente artística, portanto, oprimindo a mente e reprimindo a originalidade e a escolha subjetiva do artista, por exemplo, no Dadaísmo [ver "Splendor of Form: Catholic Aesthetics” The Angelus, Julho, 1996, 2-9-Ed.] e Surrealismo. Desde o exílio de beleza no século passado pelas elites artísticas, ela vagueou para o reino do piegas, do sentimental, e do "agradável" [a]. Este conceito de Beleza não pode se mover, conduzir ou dominar.

Tudo é "Belo"?

Santo Tomás de Aquino diz em seu Commentary on the Divine Names [Comentário Sobre os Nomes Divinos] (IV, 5): "Não há nada que não participe do belo". Que mundo de diferença entre nossa concepção moderna e banal do belo e a riqueza de Santo Tomás de Aquino. A parte de sua frase "Não há nada..." é a ideia clássica grega de pankalia, o entendimento de que tudo que é bonito. Em outras palavras, "Ser é ser belo". Aqui devemos fazer uma distinção muito importante entre "seres" e "ser" para que possamos compreender o significado e a intenção da atribuição de Santo Tomás da beleza para toda a realidade criada e incriada.

Considerando os seres (por exemplo, cães, sapos, nuvens, arco-íris) eles podem ter atributos ligados a eles que indicam suas qualidades (por exemplo, "Fifi o cão é vicioso.": Fifi é compreendido como tendo a característica de ser vicioso), tais características não poderiam ser usadas para qualificar e distinguir 'ser". '1 '1 Ser é o atributo fundamental de todas as coisas que existem. Como "ser" tem um alcance universal, não pode ser descrito de uma forma que o restrinja (por exemplo, "doce", "faminto", ou "cansado"). Em um dia bom, Fifi pode ser "doce", mas o "ser" em que Fifi participa não pode ser "doce". É imediatamente evidente que, enquanto podemos dizer , "Fifi é doce", é absurdo dizer: "Ser é doce." Entendemos que o predicado deve ser mais abrangente do que o sujeito. "Doçura" pode aplicar-se a mais coisas do que Fifi. Considerando que se dizemos "Ser é doce" estaríamos dizendo que "coisas doces" superam essas coisas que existem e, portanto, têm ser. Isso seria um absurdo!

Mesmo que ser não seja doce, ou suave, ou redondo, podemos dizer com sinceridade que ser é belo e, portanto, que tudo o que tem de ser (ou seja, tudo o que é) também tem beleza? Se dissermos que sim, há três consequências muito importantes a seguir: 1) Se Deus é o maior exemplo de ser - na verdade, se Deus é Ser-Si Mesmo e tudo o que significa "ser" -, então Deus teria uma nova qualidade, que poderia ser eminentemente aplicada a Ele, ou seja, Beleza. 2) O universo dos seres iria adquirir uma nova perfeição, colocando para descansar a proposição niilista que diz que o universo, em si, é sem sentido e sem valor objetivo. Assim como não há nada ontologicamente mau (isto é, o mal nas raízes do seu ser), assim também as aparentes deformidades e dissonâncias no universo seriam resolvidas dentro de uma beleza resplandecente que brilhou na medida em que ficou diante do nada. 3) A perfeição da beleza em si adquiriria uma nova dignidade e objetividade, que não teria se existisse simplesmente "no olho do observador." Isto é muito importante se queremos fundamentar nossa descrição das coisas como "belas". Se os defensores da antiga Fé e Tradição devem defender a conexão intrínseca entre a arte e "o belo” - se quisermos refutar aqueles que apagam e acendem as luzes em salas vazias insistindo que isso se aplica ao seu padrão de "o belo"- devemos ser capazes de relacionar racionalmente a aparência do belo, do qual todos os homens são conscientes, a algum exemplar que revele, de forma racionalmente acessível e manifesta, o esboço do que constitui o belo.

Santo Tomás e os Nomes Divinos

O lugar nos escritos de Santo Tomás, onde ele trata diretamente toda a questão do "belo" está em seu Comentário Sobre os Nomes Divinos. O texto Os Nomes Divinos foi produzido por um monge sírio do século V conhecido como Pseudo-Dionísio. É no capítulo  4 deste texto intitulado "Sobre o Bem, Beleza, Luz, Eros, Êxtase, e Zelo", que Pseudo-Dionísio apresenta o reino do ser como uma hierarquia de bondade e de ser. Nesta hierarquia, o grau de perfeição de uma coisa depende de seu grau de participação nas qualidades possuídas (em uma maneira proeminente) pelo ser mais perfeito, isto é, Deus. Assim como a bondade e o ser pertencem a Deus e às criaturas, de uma maneira bem diferente, assim também a propriedade da beleza pertence a Deus e às criaturas, de uma maneira bem diferente. As palavras que Santo Tomás e Pseudo-Dionísio usam para descrever a beleza de Deus excluem qualquer compreensão do belo como uma forma de mera "beleza". Deus é "ser supersubstancial" e beleza "além do ser". Quando nós predicamos a qualidade da beleza de Deus, no entanto, estamos diante de uma dificuldade filosófica, que transcende a mera estética e beira o reino da metafísica. Como pode Deus e suas criaturas ser "belos", se um é auto-suficiente, ser infinito, eterno, e o outro é contingente, limitado, e em constante mudança? Estamos falando de uma maneira completamente equivocada quando aplicamos o termo "beleza" aos dois simultaneamente?

A resposta a esta questão é, naturalmente, não. Mas como a "beleza" de cada um é semelhante? Este problema filosófico só é agravado pelo fato de que, enquanto a experiência mais imediata do belo que o homem tem é o que ele experimenta com seus próprios olhos, Deus é invisível e tem em Si Mesmo nenhum contorno, nem forma, nem proporção, nem unidade de partes, os elementos que normalmente constituem a beleza de uma coisa. Como pode a beleza de Deus se assemelhar de algum modo ao esplendor sensível das formas visíveis, que tanto atraem a nossa consciência visual? A maneira mais óbvia em que podemos descobrir esta propriedade compartilhada do belo é, reconhecendo o fato básico de que a Beleza de Um é a fonte da beleza de todo o resto. Como São Tomás afirma em seu Comentário Sobre os Nomes Divinos (1,2):

Tudo o que existe vem da beleza e bondade, que são de Deus, a partir de um princípio efetivo. E todas as coisas têm o seu ser na beleza e na bondade, e as deseja como seu fim... E todas as coisas são e todas as coisas tornam-se por causa da beleza e da bondade, e todas as coisas buscam por elas, como a uma causa exemplar, que possuem como uma regra que rege suas atividades.

Aqui podemos fazer a conexão entre as nossas considerações anteriores, em que mencionamos a ideia grega antiga e medieval que tudo é belo na medida em que é, e a beleza super-eminente de Deus, Deus como Beleza-Em Si. Tudo o que existe possui beleza na medida em que sai da mão criadora de Deus. Todas as coisas são geradas na beleza. É a marca formal que o Criador coloca em todas as coisas, trazendo assim ordem e harmonia a todas as coisas, do íntimo do seu ser até a mais "superficial" das aparências externas. Para a ordem criada, todas as coisas estão reunidas em comunidade e plenitude pela beleza. Citando Santo Tomás: "É sempre assim que as criaturas que possam estar em vias de entrar em comunhão e de se unir, elas tem isso devido ao poder da beleza." 2

Não só as criaturas vêm da Beleza Divina, mas também estão motivadas para voltar à Beleza Divina pela atração da Perfeição Divina. É só Deus, perfeitamente proporcionado, perfeitamente integral, e superabundantemente radiante, que pode imprimir ordem em tudo o que Ele cria. Nada pode escapar a esta forma interior caracterizando todas as coisas. Quando o homem conforma seus atos morais à forma interior impressa nele por Deus, podemos ver a relação óbvia entre o "belo" e o racional.

Os três critérios do Belo

Como pode esse entendimento metafísico (isto é, ostensivamente "abstrato") do "belo" se relacionar com as coisas bonitas que encontramos continuamente em momentos ainda mais imediatos e apreciativos? Como pode a beleza de Deus se assemelhar, de alguma forma, a beleza de uma vasta paisagem iluminada pelo sol ou o rosto de um filho amado? Além disso, como podemos relacionar a beleza metafísica de todas as coisas que são aos corpos proporcionados e brilhantes que atraem a nossa atenção visual e psicológica?
A fim de discernir as conexões entre esses vários aspectos da beleza, devemos considerar os critérios [isto é, normas para julgar algo – Nota do Editor] pelos quais os antigos julgavam se algo que viram ou ouviram era belo ou não.

Antes de considerarmos os três critérios de 1) proporção correta, 2) integridade e 3) "clareza", é preciso identificar o fato básico da experiência que nos leva ao nosso reconhecimento corporal humano do belo. Santo Tomás expressa este fato experiencial como "Diz-se que Belo é aquilo que quando visto agrada." Tal facilidade e naturalidade em lidar com as realidades da existência humana é característica de Santo Tomás. Ele faz essas declarações "comuns" como: “... nós chamamos as coisas de belas quando elas são coloridas". Santo Tomás não só revela para nós o reconhecimento de que os homens de sua época tinham pela cor simples e brilhosa, tons cálidos e iluminações brilhantes, ele também refuta aqueles que acusam a mente Medieval Católica de ser grosseira e de relegar a beleza para o domínio da abstração metafísica, afirma a concretude do belo e o imediatismo de sua atratividade para os olhos. Nós, modernos, que nos orgulhamos de nossa "atenção ao mundo real", temos dificuldade em apreciar a naturalidade e a alegria que caracterizam a declaração de Santo Tomás:

Produtos de beleza ou formosura surgem quando a claridade e a devida proporção andam juntas. Então, a beleza do corpo consiste no fato de que uma pessoa tem membros bem proporcionados, juntamente com uma certa clareza necessária de cor.3

São as qualidades de proporção correta (isto é, a relação de adequação das partes umas às outras), integridade (isto é, a relação entre as partes e a unidade do conjunto), e clareza ou esplendor (isto é, a cor radiante e uniforme) que são tão "adequadas" aos poderes conhecidos e desejados do homem que há um profundo contentamento gerado na alma humana quando um objeto de beleza é encontrado. Tal contentamento e prazer indica que há alguma conaturalidade que caracteriza o encontro entre a forma esplêndida e a apreciativa e receptiva mente humana. Como Santo Tomás afirma, a bela forma "apazigua" o apetite racional 4, é um ato extático que deixa a o interesse próprio e o conceito perverso para trás no jeito arrebatador da forma e ordem que marcam "o belo". Ela traz paz e contentamento à alma por que o homem tem atração pelo que está de acordo com a perfeição na Mente Divina da qual ele também saiu. O olhar momentâneo que "captura" a beleza e o esplendor de uma forma visível dela se afasta com lágrimas de alegria a fim de que ela fique residindo em forma perfeita libertando o coração, incentivando o homem a buscar o que ainda não pode ser alcançado. É um anseio tranquilo, choroso, pelo paraíso perdido ou pela visão celeste ainda a ser adquirida.

Mas o que é mais animador para nós viajantes do que as lágrimas é o fruto do "belo". Estas são lágrimas de esperança, pois nenhum homem chora por aquilo pelo qual ele está em desespero. Talvez possamos dizer então que quando a beleza e as lágrimas se encontram a essência de nossas vidas humanas é expressa.

A beleza do Filho

Não é sem razão que Santo Tomás trata mais amplamente os três critérios para julgar a beleza das coisas em um artigo na Summa Theologica dedicado à pergunta: "Os Santos Doutores Atribuíram Corretamente os Atributos Essenciais a Cada uma das Pessoas Divinas?" No decorrer deste artigo sobre a "atribuição" das qualidades de cada uma das Pessoas divinas, Santo Tomás afirma que a beleza é uma qualidade que é mais adequadamente atribuída a Deus Filho. O Filho é a beleza de Deus, Ele é Beleza-Em Si.

Ao aplicar o critério da proporção correta a Deus Filho, Santo Tomás indica que não estamos a pensar na proporção correta somente em termos de forma simétrica das partes, mas também num sentido mais profundo, mais intelectual... No Filho encontramos "clareza" no mais alto grau, porque Ele é uma imagem clara do Pai. Além disso, podemos encontrar proporção exemplar em Deus por causa da perfeita harmonia que existe entre o Seu Intelecto e Sua Vontade. Deus é, portanto, "corretamente proporcionado" em um grau preeminente.

Integridade é também aplicável em uma forma preeminente a Deus Filho. Santo Tomás diz que o Filho possui integridade, porque Ele possui a natureza completa do Pai verdadeira e perfeitamente dentro de Si mesmo. Ele é substancialmente uno com o Pai, sem qualquer confusão de Pessoa. De acordo com Santo Tomás, a integridade da forma de uma coisa pode ser violada por falta ou por excesso. [As formas das coisas são como números. Qualquer mudança, qualquer adição ou subtração, confunde a natureza das espécies e a transforma em algo diferente. - nota do Editor] Uma coisa deve ser unificada, deve ser uma, a fim de ser realmente "bela”. O que é mutilado ou caracterizado por superfluidade é, por isso mesmo, distorcido e feio.

O Esplendor da Forma e do esplendor divino

De todos os três critérios para identificar o belo, a clareza foi o que mais seduziu as mentes dos Anciães. Ao tentar explicar o que eles queriam dizer com essa característica mais extraordinária e única do "lindo", eu ofereço palavras como "luminosidade", esplendor", "brilho", "clareza da forma", ou "ser colorido". Não se pode duvidar que a luz, brilho e luminosidade foram entendidos como sendo associados com a beleza. Na verdade, eles eram a expressão específica do objeto físico bem proporcionado e harmonioso. Santo Tomás afirma que Deus, o Filho pode ter atribuído a Ele clareza uma vez que Ele é a palavra inteligível do Pai, a "luz e esplendor da mente [Divina]."

O Filho de Deus, então, é uma imagem perfeita, uma entidade adequada à Sua própria natureza, harmoniosamente de acordo com o Pai, e resplandecente com uma expressiva vida porque Ele é a Palavra - que é profundamente racional, um splendor intellectus.6

É tarefa dos Católicos libertar a realidade da "beleza" das restrições artístico-artesanais que lhe são impostas por aqueles que achavam que podiam dominá-la. Como estamos bastante longe dos gregos que falavam regularmente dokaloskagathos, ou seja, o "homem belo e bom", a vitalidade do homem de excelência moral, a "beleza" de cujas virtudes brilharam através do decoro, da nobreza, e atraente vitalidade de suas ações. É tanta beleza, forma e clareza em cada homem ou mulher que põe abaixo todas as confusões desta terra, que podem trazer lágrimas aos nossos olhos e anseio de felicidade aos nossos corações.

Todo o esforço de uma cultura verdadeira e genuína é trazer o coração humano para esses momentos de transfixão. Nós estamos perfurados e "abertos" com a lança que só pode vir de uma Fonte divina e perfeita. Uma Fonte que não teme levar o homem à exaltação. Uma Fonte que não conhece inveja. Só pode ser do Verbo, nunca a luz do homem, Quem tem encorajado a carne com a divindade que podemos esperar com certeza a efusão de graça e verdade.

Original aqui.

O autor:

Dr. Peter E. Chojnowski tem uma licenciatura em Ciência Política e outra em Filosofia pelo Christendom College. Ele também recebeu seu diploma de mestrado e doutorado em Filosofia pela Universidade de Fordham. Ele e sua esposa, Kathleen, são pais de cinco filhos. Ele ensina para a Fraternidade São Pio X, na Immaculate Conception Academy, Post Falls, ID.
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Notas:

1. Cf. Anthony Blunt, "Michelangelo's Views on Art" em Readings in Art History, vol. II, ed. Harold Spencer, p. 116.
2. Santo Tomás de Aquino, Comentário sobre os Nomes Divinos, I, 2.
3. Santo Tomás de Aquino, Summa Theologica, I, Q.39, art. 8.
4. ST, I-II, Q.27, art. I, ad 3.
5. ST, I, Q.39, art. 8.
6. ST, I, Q.5, art. 5.
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Notas da tradutora:
[a] No original “pretty”, que muitas vezes é traduzido como “bonito”. Mas o sentido do termo é “agradável”, “adorável”, “atraente”. 

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A Noção Católica de Beleza

Postado por Danilo Badaró
http://blogscatolicos.blogspot.com.br/2012/10/a-nocao-catolica-de-beleza.html

http://www.mercaba.org/LIDERES/A100_dios.htm

100
DEUS
Catecismo da Igreja Católica, números 198-248
Doze Catequese de João Paulo II


Existência
Os "cinco maneiras" da existência de Deus à luz da ciência moderna.
Será que Deus existe?
Existência e natureza de Deus
É possível provar que Deus existe? - Contra tudo o que nos diz um mundo falsamente ditatorialmente racionalista e relativista, a existência de Deus pode ser provada pela razão e pela lógica irrefutável.
Prova da existência de Deus
Entrevista com o cardeal Paul Poupard: vida, a natureza, o universo: O HOMEM DE DEUS FALA? Giuseppe FerrariVIDA , NATUREZA, UNIVERSO: O HOMEM DE DEUS FALA? Giuseppe Ferrari


Eu acredito em um Deus
Eu acredito em Deus
Do faraó Akhenaton, o primeiro monoteísta

NOME
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Oração e do "Deus pessoal"


105
Transcendência de Deus
O Deus dos profetas: Contra uma imagem "light" do Deus cristão
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Acreditar em Deus é apenas
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As imagens de Deus e de seu impacto sobre a jornada de fé dos jovens




Explorando o mistério do Deus cristão
Para falar de Deus no século XXI?
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Quando eles retornam as questões-chave
  108-03
A lei da entropia e da existência de Deus
108-04
O Problema de Deus
108-05
Essência e Atributos de Deus - Por Jorge Balvey
 

Deus - Textos
  Explicação de Deus por um menino de 8 anos de idade
Reconhecer a Deus como o Senhor da minha vida - P. Cipriano Sanchez