Blog Alma Missionária

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sábado, 2 de novembro de 2013

Vida dos Santos: Virgem Santa Tatiana.



A Virgem Santa Mártir Tatiana nasceu em uma ilustre família patrícia romana, e seu pai foi 
eleito cônsul por três vezes. Ele era secretamente um cristão e levantava sua filha para se dedicar a Deus e na Igreja, algo que era proibido no Império Romano. Quando chegou a idade adulta, Tatiana decidiu permanecer virgem, tornando-se noiva de Cristo. Desprezando as riquezas mundanas, ela procurou em vez da riqueza imperecível do céu. Ela foi ordenada diaconisa em uma das igrejas romanas e serviu a Deus em jejum e oração, cuidando dos doentes e ajudando os necessitados.

Quando Roma foi governada por dezesseis anos, por Alexandre Severo entre 222-235, todo o poder estava concentrado nas mãos do regente Ulpiano, um feroz inimigo e perseguidor dos cristãos. Tatiana foi descoberta e presa, foi levada para o templo de Apolo e forçada a oferecer sacrifícios aos ídolos. A santa começou a rezar, e de repente houve um terremoto. As estátuas foram quebradas em pedaços, e parte do templo desabou, caindo sobre os sacerdotes pagãos. Os demônios que habitam os ídolos fugiram gritando do templo, os presentes viram sua sombra voando pelos ares.

Os pagãos, em seguida arrancaram a os olhos com ganchos da santa virgem, mas ela resistiu bravamente a tudo, rezando por seus algozes que o Deus abrisse seus olhos espirituais. Deus ouviu a oração de sua serva, quando os carrascos viram quatro anjos ao redor da santa. Uma voz se ouviu do céu falar com a Virgem Santíssima, então oito homens acreditaram em Cristo e caíram de joelhos diante de Santa Tatiana, implorando-lhe que perdoasse os seus pecados. Por confessarem-se cristãos, eles foram torturados e executados, recebendo o batismo por sangue.

No dia seguinte, Santa Tatiana foi levada perante o juiz. Ao vê-la completamente curada de suas feridas, ela foi despida e espancada, e seu corpo foi cortado com uma navalha. Uma fragrância maravilhosa encheu o ar, ela foi, então, jogada no chão e espancada por tanto tempo que os servos tiveram que ser substituídos por diversas vezes. Eles ficaram exaustos e diziam que uma força invisível estava lhes batendo com varas de ferro. Na verdade, os anjos afastavam os golpes dirigidos a ela e direcionavam contra os torturadores, fazendo com que nove deles caíssem mortos. Eles então jogaram Tatiana na prisão, onde rezou durante toda a noite e cantou louvores ao Senhor com os anjos.

A manhã começou de novo, e Santa Tatiana foi levada ao tribunal mais uma vez. Os torturadores viram com espanto que, após tantos tormentos, ela estava completamente sã e ainda mais radiante e bonita do que antes. Eles começaram a importuná-la para oferecer sacrifícios à deusa Diana, a santa pareceu concordar, e eles a levaram para o templo pagão. Santa Tatiana fez o sinal da cruz e começou a rezar, de repente, houve um trovão ensurdecedor, e um raio atingiu o ídolo, as oferendas e os sacerdotes pagãos.

Mais uma vez, a mártir foi duramente torturada, ela foi pendurada e lixada com garras de ferro, e seus seios foram cortados. Naquela noite, anjos apareceram para ela na prisão e curaram suas feridas, como antes. No dia seguinte, levaram Santa Tatiana ao Coliseu, soltando um leão faminto perto dela, o animal não machucou a santa, mas mansamente lambeu seus pés.
Quando estava sendo levado de volta para sua jaula, o leão matou um dos torturadores, com isso atiraram Tatiana no fogo, mas as chamas não a queimavam. Os pagãos, pensando que ela era uma feiticeira, cortaram seus cabelos para tirar os seus poderes mágicos, e trancaram-na no templo de Zeus.

No terceiro dia, os sacerdotes pagãos adentraram ao templo, que pretendam oferecer sacrifício a Zeus. Eles viram o ídolo no chão, quebrado em pedaços, e a Santa Mártir Tatiana louvando alegremente ao Senhor Jesus Cristo. O juiz então condenou-a a ser decapitada com uma espada. Seu pai também foi executado com ela, porque ele a havia educado a amar a Cristo.

"Episcopado é serviço, não honra", afirmou o Papa durante ordenação de bispos no Vaticano


"Amem os presbíteros e os diáconos, os pobres e os indefesos e velem com amor pelo rebanho inteiro". Estas foram algumas das exortações feitas na tarde desta quinta-feira, 24 de outubro, pelo Papa Francisco durante a missa, na basílica de São Pedro, de ordenação episcopal do presidente da Pontifícia Academia Eclesiástica, dom Giampiero Gloder, e do núncio apostólico na República de Gana, dom Jean-Marie Speich. O Santo Padre leu o texto da homilia ritual, prevista no Pontifical Romano para o rito da ordenação episcopal, fazendo espontaneamente alguns acréscimos.

"Quereis pregar, com fidelidade e perseverança, o Evangelho de Cristo?", perguntou o Papa. Os eleitos então responderam: "Sim, quero!". Seguindo a antiga tradição dos santos padres, essas e outras perguntas foram dirigidas aos dois ordenandos, antes da homilia da celebração.

Os bispos, "custódios e dispensadores dos ministérios de Cristo", disse o Papa Francisco, são chamados a seguir o exemplo do Bom Pastor e a servir ao povo de Deus. Como se recorda no Pontifical Romano, ao bispo "compete mais o servir do que o dominar". "De fato, episcopado é o nome de um serviço, não de uma honra. Sempre em serviço, sempre a serviço".

Após exortar a anunciar a Palavra em toda ocasião, oportuna e inoportuna - como se lê no Pontifical Romano -, o Santo Padre recordou a centralidade da oração: "Um bispo que não reza é um bispo na metade do caminho. E se não reza ao Senhor acaba no mundanismo". O serviço alimentado pela Palavra - acrescentou o Pontífice - deve ser orientado pelo amor:

"Amem, amem com amor de pai e de irmão todos aqueles que Deus lhes confiou. Em primeiro lugar, amem os presbíteros e os diáconos. São seus colaboradores, são, para vocês, os mais próximos dos próximos. Jamais façam um presbítero esperar, esperar uma audiência, respondam imediatamente. Estejam próximos deles. Mas amem também os pobres, os indefesos e aqueles que precisam de acolhimento e de ajuda. Tenham grande atenção por aqueles que não pertencem ao único rebanho de Cristo, porque também estes lhes foram confiados no Senhor. Rezem muito por eles".

Além de servir e amar, os bispos são chamados a velar "pelo rebanho inteiro", em nome do Pai, de seu Filho Jesus Cristo e do Espírito Santo que dá vida à Igreja, concluiu o Papa Francisco.

Fonte: Portal Ecclesia

Enxergando o horizonte aberto por Deus

Ninguém precisa ficar preocupado com a morte, mas viver bem, amando a Deus e ao próximo.

Padre reza diante de túmulo: "Enquanto moramos no corpo, somos peregrinos".
Por Dom Alberto Taveira Corrêa*

O calendário da Igreja nos oferece, neste final de semana, duas faces da magnífica medalha cunhada por Deus, que é a nossa vida, o Dia de Todos os Santos e a Comemoração dos Fiéis falecidos. Olhamos primeiro para o ponto de chegada, que corresponde ao magnífico destino para o qual fomos criados, a plenitude da vida e da felicidade junto de Deus, "uma multidão imensa de gente de todas as nações, tribos, povos e línguas, e que ninguém podia contar” (Ap 7, 9). Temos a certeza de que Ele não fez ninguém para a perdição, mas todos têm em si a vocação para a plena realização de todas as suas potencialidades. Tanto é verdade que o Pai do Céu enviou seu próprio Filho, como nosso Salvador e Redentor, para que todos tenham vida, e vida em abundância (Jo 10,10). 

Vida plenamente humana é aquela que enxerga o horizonte aberto pelo próprio Deus. A Solenidade de todos os Santos indica a perspectiva da existência marcada por uma realidade descoberta pela fé: “Desde já somos filhos de Deus, mas nem sequer se manifestou o que seremos! Sabemos que, quando Jesus se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque o veremos tal como ele é” (1 Jo 3,2).

Santidade é para todos! Se nos alegramos com a iminente canonização de dois papas do nosso tempo, os beatos João XXIII e João Paulo II, é para que sejam reconhecidos como referência e como possibilidade. São duas personalidades carregadas de humanidade, cujo percurso histórico nesta terra teve muito de parecido conosco.

São homens que vieram de famílias muito simples, lutaram e amadureceram em tempos de desafios grandes, com a provocação das ideologias do século XX. Souberam dialogar com a cultura de nossa época, alegraram-se e sofreram com as mesmas realidades que até hoje nos envolvem. Percorreram o caminho dos bem aventurados, de olhos fixos naquele que é “o bem-aventurado”, Jesus Cristo: os pobres em espírito, dos quais é Reino dos Céus; os aflitos, que serão consolados; os mansos, porque possuirão a terra; os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados; os misericordiosos, que alcançarão misericórdia; os puros de coração, porque verão a Deus; os que promovem a paz, chamados filhos de Deus; os que são perseguidos por causa da justiça, de quem é o Reino dos Céus! Homens e mulheres que se descobriram felizes quando injuriados e perseguidos por causa de Cristo. Pessoas portadoras de uma alegria invencível, certos da recompensa nos céus (Cf. Mt 5, 1-12). 

A santidade, vocação universal dos cristãos, começa com coisas simples. João XXIII registrou em seu diário íntimo um caminho bom para todos, adequado para uma festa de Todos os Santos bem vivida, chamado “Decálogo da serenidade: 1. Procurarei viver pensando apenas no dia de hoje, exclusivamente neste dia, sem querer resolver todos os problemas da minha vida de uma só vez; 2. Hoje, apenas hoje, procurarei ter o máximo cuidado na minha convivência, cortês nas minhas maneiras, a ninguém criticarei, nem pretenderei melhorar ou corrigir à força ninguém, senão a mim mesmo; 3. Hoje, apenas hoje, serei feliz. Na certeza de que fui criado para a felicidade, não só no outro mundo, mas também já neste; 4. Hoje, apenas hoje, adaptar-me-ei às circunstâncias, sem pretender que sejam todas as circunstâncias a se adaptarem aos meus desejos; 5. Hoje, apenas hoje, dedicarei dez minutos do meu tempo à uma boa leitura, recordando que assim como o alimento é necessário para a vida do corpo, a boa leitura é necessária para a vida da alma; 6. Hoje, apenas hoje, farei uma boa ação, e não direi a ninguém; 7. Hoje, apenas hoje, farei ao menos uma coisa que me custe fazer, e se me sentir ofendido nos meus sentimentos, procurarei que ninguém o saiba; 8. Hoje, apenas hoje, executarei um programa pormenorizado. Talvez não o cumpra perfeitamente, mas ao menos o escreverei, e fugirei de dois males, a pressa e a indecisão; 9. Hoje, apenas hoje, acreditarei firmemente, embora as circunstâncias mostrem ao contrário, que a Providência de Deus se ocupa de mim, como se não existisse mais ninguém no mundo; 10. Hoje, apenas hoje, não terei nenhum temor, de modo especial não terei medo de gozar o que é belo, e de crer na bondade. 

A santidade que começa com muita simplicidade, é destinada a fazer o bem aos outros. Não é feita para aparecer, não se incha de orgulho. Sua motivação de fundo é a caridade, sem a qual nada vale neste mundo. Até porque é apenas a caridade que será levada para o encontro definitivo com Deus, "o lado de lá", quando veremos face a face o Senhor. Ela é uma aventura feliz e bem sucedida, construída no dia a dia e unificada pelo fio de ouro do amor de Deus, que nos faz ver o sentido de tudo o que vivemos. De fato, tudo concorrerá para o bem dos que amam a Deus (Cf. Rm 8, 29)! O Livro do Apocalipse vê uma imensa multidão, de toda língua, raça, povo e nação, "os que vieram da grande tribulação. Lavaram e alvejaram as suas roupas no sangue do Cordeiro" (Cf. Ap 7, 2-14). 

O "lado de lá" é preparado pelo "lado de cá" bem vivido, com o qual os homens e as mulheres se preparam para a páscoa pessoal, enfrentando todas as dificuldades e ultrapassando o misterioso e também magnífico umbral da morte. Como ninguém ficará para semente nesta terra, ocorre meditar sobre esta realidade, tomar consciência de sua seriedade e preparar-se bem. Morremos do jeito que vivemos. Nossa morte e nosso Céu se constroem no dia a dia, para que o dia do Senhor não nos surpreenda, mas nos encontre vigilantes e preparados! 

Ninguém precisa ficar preocupado com a morte, mas viver bem, amando a Deus e ao próximo, semeando o bem e a bem-aventurança. E quando a morte chegar, será a oportunidade de virar o jogo! O segredo está, também aqui, em nosso Salvador: "Ninguém tira a minha vida, eu a dou livremente" (Jo 10,18).

Vale a pena antecipar a morte! Sim, morrendo cada dia para o egoísmo e para a maldade, transformando em dom a Deus e aos outros cada ato de nossa existência. Quem viver assim poderá dizer com São Paulo: “Para mim, de fato, o viver é Cristo e o morrer, lucro. Ora, se, continuando na vida corporal, eu posso produzir um trabalho fecundo, então já não sei o que escolher. Estou num grande dilema: por um lado, desejo ardentemente partir para estar com Cristo – o que para mim é muito melhor; por outro lado, parece mais necessário para o vosso bem que eu continue a viver neste mundo" (Fl 1,21-24).
Que cheguemos a tais alturas: "Sabemos que, se a tenda em que moramos neste mundo for destruída, Deus nos dá outra moradia no céu, que não é obra de mãos humanas e que é eterna. Aliás, é por isso que gememos, suspirando por ser sobrevestidos com a nossa habitação celeste; sobrevestidos digo, se é que seremos encontrados vestidos e não nus. Sim, nós que moramos na tenda do corpo estamos oprimidos e gememos, porque, na verdade, não queremos ser despojados, mas sim sobrevestidos, de modo que o que é mortal em nós seja absorvido pela vida. quem nos preparou para isto é Deus, que nos deu seu Espírito em garantia. Estamos sempre cheios de confiança e bem lembrados de que, enquanto moramos no corpo, somos peregrinos, longe do Senhor; pois caminhamos pela fé e não pela visão. Mas estamos cheios de confiança e preferimos deixar a moradia do nosso corpo, para ir morar junto do Senhor” (2 Cor 5, 1-8).
A12, 01-11-2013.
*Dom Alberto Taveira Corrêa é arcebispo de Belém do Pará (PA).

O NASCER PARA O ALÉM...



Há quem morra todos os dias. 

Morre no orgulho, na ignorância, na fraqueza. 
Morre um dia, mas nasce outro. 
Morre a semente, mas nasce a flor. 
Morre o homem para o mundo, mas nasce para Deus.


Assim, em toda morte, deve haver uma nova vida. 

Esta é a esperança do ser humano que crê em Deus. 
Triste é ver gente morrendo por antecipação... 
De desgosto, de tristeza, de solidão. 
Pessoas fumando, bebendo, acabando com a vida. 
Essa gente empurrando a vida. 
Gritando, perdendo-se. 
Gente que vai morrendo um pouco, a cada dia que passa.


E a lembrança de nossos mortos, despertando, em nós, o desejo de abraçá-los outra vez. 

Essa vontade de rasgar o infinito para descobri-los. 
De retroceder no tempo e segurar a vida. 
Ausência: - porque não há formas para se tocar. 
Presença: - porque se pode sentir. 
Essa lágrima cristalizada, distante e intocável. 
Essa saudade machucando o coração. 
Esse infinito rolando sobre a nossa pequenez. 
Esse céu azul e misterioso. 


Ah! Aqueles que já partiram! 

Aqueles que viveram entre nós.
Que encheram de sorrisos e de paz a nossa vida. 
Foram para o além deixando este vazio inconsolável. 
Que a gente, às vezes, disfarça para esquecer. 
Deles guardamos até os mais simples gestos.


Sentimos, quando mergulhados em oração, o ruído de seus passos e o som de suas vozes.

A lembrança dos dias alegres. 
Daquela mão nos amparando. 
Daquela lágrima que vimos correr.
Da vontade de ficar quando era hora de partir.
Essa vontade de rever aquele rosto.
Esse arrependimento de não ter dado maiores alegrias. 
Essa prece que diz tudo. 
Esse soluço que morre na garganta...


E... 

Há tanta gente morrendo a cada dia, sem partir. 
Esta saudade do tamanho do infinito caindo sobre nós. 
Esta lembrança dos que já foram para a eternidade. 
Meu Deus!
Que ausência tão cheia de presença! 
Que morte tão cheia de esperança e de vida!


Texto: Padre Juca 

Adaptação: Sandra Zilio


Mais Médicos e o “ceder para não perder”

Nilo Fujimoto
Dilma pede desculpas aos médicos cubanos e veta criação de carreira para médicos brasileiros
Dilma pede desculpas aos médicos cubanos.
Não faltam exemplos do fracasso da política do “ceder para não perder”, pois quem deseja a vitória de uma causa deve preferir, em via de regra, a luta às concessões.
Esta regra foi abandonada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) no embate com o governo federal com relação ao programa Mais Médicos.
Com a publicação no Diário Oficial da União da lei que institui o programa Mais Médicos, o CFM sofreu uma derrota, como atesta o site de notícias UOL que assim se expressou:
Contra CFM e PSDB, Dilma veta criação de carreira para médicos
(…)
O texto [da lei] veta a criação de uma carreira para médicos, algo que vem sendo pleiteado pela categoria há anos. O ponto, segundo o CFM,teria sido acordado antes da aprovação da lei - algo que havia amenizado as críticas da entidade ao governo nas últimas semanas.
Após pedir na Justiça a suspensão do Mais Médicos e organizar manifestações contra o programa federal, o presidente do CFM (Conselho Federal de Medicina), Roberto Luiz D’Ávila, havia recuado e afirmado, no início do mês, que a classe médica saíra vitoriosa no texto aprovado na Câmara dos Deputados e encaminhado ao Senado.”
Veto
O trecho vetado previa que os médicos intercambistas só poderiam ter sua permanência prorrogada no país se integrassem carreira médica específica, ou seja, se passassem em um concurso público. O texto não estava no original – fazia parte de uma emenda proposta pelo PSDB, principal oposição.”
Lamúria
O senador Aécio Neves (PSDB-MG) fez críticas ao veto: “É algo contraditório porque a presidente faz ali um desagravo ao qual todos nós nos unimos ao médico cubano que foi recebido indevidamente quando chegou ao Brasil (na cerimônia de sanção do programa nesta quarta, no Palácio do Planalto) e, ao mesmo tempo, faz um agravo grave aos médicos brasileiros, ao negarmos a construção definitiva de uma carreira com o crescimento sustentado”, criticou.
Segundo Carlos Sampaio  líder do PSDB na Câmara, ao vetar a emenda o governo sinaliza que não tem interesse em estabelecer uma carreira médica no país.
Uma vez mais, colhemos os apodrecidos frutos da política do “ceder para não perder” muito bem aproveitada por aqueles que adotam os princípios táticos da guerrilha comunista implantada por Mao Tse-tung.
Ela assenta-se em quatro proposições bem simples: “se o inimigo ataca, eu retrocedo; se o inimigo recua, eu o persigo; se o inimigo se detém, eu o hostilizo; se o inimigo se reagrupa, eu me disperso”.
A vitória virá se formos pessoas de fé e confiarmos no auxílio sempre certo da Providência, que jamais abandona àqueles que A invocam e na adoção da política lutar para não perder.

7 comentários para Mais Médicos e o “ceder para não perder”

  1. JOEL CARVALHO
    1 de novembro de 2013 à 0:08
    Humberto, você falou uma verdade que muita gente desconhece. Qualquer partido de esquerda no Brasil, é igual ou pior que o PT.
    Aliás, a despeito de posturas anticristãs, foi do PSDB paulista o empenho em incrementar as políticas pró-homossexualismo, o que fez tal movimento ganhar força em todo o Brasil, a partir daquele emblemático estado da federação. A parada gay foi institucionalizada nos sucessivos governos do PSDB em São Paulo.
    Por isso, vejo com tristeza vários cristãos incautos, desinformados e desavisados acreditarem que o PSDB seria uma alternativa aos males do PT.
    Como disse, qualquer partido de esquerda no Brasil, tem viés anticristão. Até aquela dona Marina Silva, que é protestante do mesmo segmento ao qual pertenço, tem postura anticristã ou é uma cristã, que nunca decide de que lado realmente está.
  2. JOEL CARVALHO
    1 de novembro de 2013 à 0:01
    O CFM havia se aliado ao governo assassino/abortista do PT, quando pactuou com a política abortista do governo anticristão dos esquerdopatas petistas. Esqueceram ou desconhecem que, governos demoníacos como esse, sempre usarão qualquer segmento que lhes interessa para atingir qualquer objetivo, e depois os descartarão. A vez dos homossexuais ainda vai chegar. A vez dos religiosos católicos e protestantes, que os apoiaram cegamente também vai chegar. E pior, os descartados, se não se conformarem serão pisoteados, como eles já demonstraram com os médicos.
  3. humberto Q. Santos
    31 de outubro de 2013 à 20:26
    Infelizmente, não existem partidos de oposição no Brasil. É tudo esquerda, inclusiva o PSDB.
  4. Fernando Lima
    31 de outubro de 2013 à 10:03
    Até quando adotaremos essa política? Até não restar mais nada para ceder? Quando não restar mais nada da nossa honra e tivermos entregues tudo ao inimigo voraz que estende a mão direita, mas com a esquerda ameaça com uma espada? Falta brios ao povo brasileiro.
  5. Odair Bernardino de Suza
    31 de outubro de 2013 à 8:47
    Estimado Nilo, é vero, as classes representativas de nossa sociedade e não somente do CFM, específico desta falácia do programa “mais me médico” e outras que impulsionam nossa economia, só se darão conta do desastre que nos aguarda em um breve futuro quando perceberem que não mais obterão concessões deste desgoverno. Poderá ser tarde e estaremos como Nação atrasados em todos os segmentos e indicativos de crescimento sócio, econômico no contexto mundial. A nós, pessoas críticas e analíticas somos uma minoria, perplexos com todos os acontecimentos dos quais a grande massa de nossa Nação não se da conta. A tática de guerrilha utilizada para aparelhamento do ESTADO de todos os setores inclusive com a promiscuidade entre os 3 poderes representativos do Estado. Poderemos reagir, os resultados já estão aparecendo na Venezuela, Argentina e em nosso País, 2014 já esta próximo, temos a oportunidade de fazer uma limpeza , não só expurgando estes do executivo, mas também elegendo pessoas comprometidas no legislativo, é esperar para ver.
  6. amauri oliveira
    31 de outubro de 2013 à 7:00
    Infelizmente é patética nossa oposição.
    Falam para o vento e agem como ondas, vão pra la e pra cá e parecem não sair do lugar.
  7. Lucianne
    31 de outubro de 2013 à 0:59
    Excelente análise.