Blog Alma Missionária

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segunda-feira, 3 de setembro de 2012

LEITURAS DO DIA


Primeira leitura (1º Coríntios 2,1-5)

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São Gregório Magno


A- A+


Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios.

1Irmãos, quando fui à vossa cidade anunciar-vos o mistério de Deus, não recorri a uma linguagem elevada ou ao prestígio da sabedoria humana. 2Pois, entre vós, não julguei saber coisa alguma, a não ser Jesus Cristo, e este, crucificado.
3Aliás, eu estive junto de vós, com fraqueza e receio, e muito tremor. 4Também a minha palavra e a minha pregação não tinham nada dos discursos persuasivos da sabedoria, mas eram uma demonstração do poder do Espírito, 5para que a vossa fé se baseasse no poder de Deus e não na sabedoria dos homens.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.


Salmo (Salmos 118)

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São Gregório Magno


A- A+


Notice: Undefined variable: complemento in /var/www/html/portal/canais/liturgia/index.php on line 486 — Quanto eu amo, ó Senhor, a vossa lei!
— Quanto eu amo, ó Senhor, a vossa lei!

— Quanto eu amo, ó Senhor, a vossa lei! Permaneço o dia inteiro a meditá-la.
— Vossa lei me faz mais sábio que os rivais, porque ela me acompanha eternamente.
— Fiquei mais sábio do que todos os meus mestres, porque medito sem cessar vossa Aliança.
— Sou mais prudente que os próprios anciãos, porque cumpro, ó Senhor, vossos preceitos.
— De todo mau caminho afasto os passos, para que eu siga fielmente as vossas ordens.
— De vossos julgamentos não me afasto, porque vós mesmo me ensinastes vossas leis.



Evangelho (Lucas 4,16-30)

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São Gregório Magno


A- A+


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 16veio Jesus à cidade de Nazaré, onde se tinha criado. Conforme seu costume, entrou na sinagoga no sábado, e levantou-se para fazer a leitura. 17Deram-lhe o livro do profeta Isaías. Abrindo o livro, Jesus achou a passagem em que está escrito: 18“O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção para anunciar a Boa Nova aos pobres; enviou-me para proclamar a libertação aos cativos e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os oprimidos 19e para proclamar um ano da graça do Senhor”.
20Depois fechou o livro, entregou-o ao ajudante e sentou-se. Todos os que estavam na sinagoga tinham os olhos fixos nele. 21Então começou a dizer-lhes: “Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir”. 22Todos davam testemunho a seu respeito, admirados com as palavras cheias de encanto que saíam da sua boca. E diziam: “Não é este o filho de José?”
23Jesus, porém, disse: “Sem dúvida, vós me repetireis o provérbio: Médico, cura-te a ti mesmo. Faze também aqui, em tua terra, tudo o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaum”. 24E acrescentou: “Em verdade eu vos digo que nenhum profeta é bem recebido em sua pátria. 25De fato, eu vos digo: no tempo do profeta Elias, quando não choveu durante três anos e seis meses e houve grande fome em toda a região, havia muitas viúvas em Israel. 26No entanto, a nenhuma delas foi enviado Elias, senão a uma viúva que vivia em Sarepta, na Sidônia.
27E no tempo do profeta Eliseu, havia muitos leprosos em Israel. Contudo, nenhum deles foi curado, mas sim Naamã, o sírio”. 28Quando ouviram estas palavras de Jesus, todos na sinagoga ficaram furiosos. 29Levantaram-se e o expulsaram da cidade. Levaram-no até o alto do monte sobre o qual a cidade estava construída, com a intenção de lançá-lo no precipício. 30Jesus, porém, passando pelo meio deles, continuou o seu caminho.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.







domingo, 2 de setembro de 2012

O FIM DA CAMINHADA: DEUS (23 de maio de 1982)


Amanheceu, o dia nasceu, o tempo recomeçou a ser contado...
Infinitamente, sem interrupções, ...e mais outro dia,
Pertencendo aos que ja se foram ,
A espera de outros que virão
E a vida vai... não deixando nada parar
E nos nos vemos caminhando para frente sempre,
Sem parar, sem haver tempo para pensar
A não ser no dever de andar,
Para que não fiquemos para traz,
Sim, amanheceu, mais um dia clareou,
E nos mais uma vez nos poremos em marcha,
Para que a estrada da vida se amplie para aqueles
Que iniciarão sua caminhada para chegar, não sei (a)onde,
Mas o que importa e que todos andem, se possível,
                                juntos
Para que não nos percamos,
Para que possamos contar com a ajuda de alguém
              quando for preciso...
Sim, e necessário que caminhemos para o destino
Que Deus nos deu, que sera encontrado mais cedo ou mais tarde,
Quando certamente não sera mais preciso que caminhemos
Para chegar, e sim, sera preciso que fiquemos parados,
A espera dos que virão e poderemos lhes mostrar então,
Que o caminho termina na direção certa do divino coração,
Que pulsa no seio paterno do nosso Deus, que nos criou 
Para sentirmo-nos um dia, o seu carinho de Pai, 
O seu amor de Irmão...
Amanheceu, e eu cheguei a conclusão de que e preciso
Q ue andemos mais depressa,
Para chegarmos mais rápido e tomarmos nossos lugares
               no divino coração
Que esta a nossa espera, desde quando fomos criados
Por aquele que sempre nos amou
E que, por vezes, nos ignoramos...,
Sim, amanheceu, vamos caminhando para chegarmos
Onde devemos chegar e amar...
E o coração de Deus, que nos quer bem perto do Seu... 

 

OBRIGADA DEUS! (16 de maio de 1982)

Obrigada Deus!
Por hoje ainda estar viva,
Obrigada por ter me dado a chance
       de ver mais um dia morrer...
Obrigada Deus!
Por ter me dado a grande oprtunidade
           de ter mais um dia a lhe agradecer!...

Obrigada! Muito obrigada!
Ampare a todos da terra
E obrigada, muito obrigada!
Por ter você na minha vida a me acompanhar,
Por poder contar com o seu apoio quando precisar
Eu lhe peço por Deus, me ajude a nunca lhe esquecer
E sempre me lembrar por toda a minha vida
De tudo lhe agradecer...
Obrigada Deus, muito obrigada!

Comissão para a Vida e a Família divulga critérios para a participação política dos cristãos

Comissão para a Vida e a Família divulga critérios para a participação política dos cristãos

Retirado do site: Dicionario da Fe


Oração ou Trabalho ?
Os textos conciliares do Vaticano II falam com insistência da importância da oração, especialmente da oração litúrgica, na vida dos presbíteros e dos Bispos. Mas gosto de lembrar sobretudo o texto de Atos 6,4, no qual Pedro, na primeira repartição dos ministérios feita na Igreja, reserva a si e aos outros apóstolos a oração e o anúncio da Palavra:
Nós, ao contrário, nos dedicaremos à oração e ao ministério da Palavra. Pedro, ou melhor, o Espírito Santo por sua boca, naquela ocasião afirmou um princípio fundamental para a Igreja: que um pastor pode delegar quase tudo a outros na sua vida, mas não pode delegar a oração!
Esta passagem dos Atos, relativa à instituição dos diáconos, lembra sob muitos aspectos o texto do Êxodo em que se fala da instituição de juízes. Pedro repete na Igreja o que Moisés havia feito no povo de Israel (cf. Ex 18,13-24).
Aceitando o conselho de Jetro, Moisés escolhe para si, entre todas as funções possíveis, aquela de "estar diante de Deus em nome do povo e apresentar as questões a Deus". Isto não impede que Moisés exerça uma atividade legislativa e que continue a ser o verdadeiro guia do povo; apenas estabelece uma prioridade.
A propósito de "apresentar as questões a Deus", ouvi esta história do Papa João XXIII. Ele mesmo contava que, nos primeiros dias de pontificado, acordava bruscamente de noite com muitos problemas na cabeça, um mais angustiante do que o outro, e dizia a si mesmo: "É absolutamente necessário que eu diga isto ao Papa!" Mas depois, de repente, lembrava-se de que o Papa agora era ele mesmo, e então dizia: "Bem, então falarei disto com Deus!", e voltava a dormir.
A decisão tomada por Moisés provinha de uma experiência recente do povo eleito. Este havia superado há pouco uma ameaça de destruição proveniente dos amalecitas. Num momento de vida ou morte para todo o povo e em que cada qual se empenhava ao máximo para rechaçar o ataque de Amalec, onde estava Moisés, seu chefe? No monte, com os braços levantados em oração! Os outros lutavam com Amalec e ele lutava com Deus. Mas foi ele quem decidiu a vitória do povo (cf. Ex 17,8-16).
Amalec - explica Orígenes - é aqui o símbolo das forças hostis que se opõem ao caminho do povo de Deus: Amalec é o demônio, é o mundo, o pecado. Quando este povo - e especialmente os seus pastores - reza, é mais forte e rechaça Amalec; quando não reza (quando Moisés, cansado, deixa cair os braços), Amalec é mais forte.
São Bernardo, no De consideratione, escrito a convite do Papa Eugênio III, aplica esta lição à vida do pastor da Igreja. A certa altura, pede licença para desempenhar o papel de Jetro, sogro de Moisés, e diz coisas que com toda simplicidade me permito lembrar, sabendo que elas julgam, antes de mais nada, a mim que as estou dizendo. Diz assim:
"Não confies muito no grau de oração que agora possuis: ele pode deteriorar-se. Temo que no meio das tuas ocupações que são muitas, não tendo esperança alguma de que tenham um fim, tua alma se torne árida. Por isto é mais prudente que te subtraias a tais ocupações em tempo, em vez de ser arrastado por elas, aos poucos, para onde não queres ir, isto é, para a dureza do coração. Eis para onde poderiam levar-te estas malditas ocupações, se te entregares totalmente a elas, sem deixar nada para ti. Visto que todos te têm à disposição, sê também tu um dos que dispõem de ti. Recorda-te, pois, não digo sempre, não digo com freqüência, mas ao menos de vez em quando, de restituir-te a ti mesmo. Usa também tu de ti mesmo, como tantos outros, ou pelo menos depois dos outros".
Quando fala de "malditas ocupações", São Bernardo está investindo contra todos aqueles compromissos, particularmente numerosos no seu tempo, que obrigavam um pastor da Igreja, e especialmente o Papa, a servir de árbitro de pequenos litígios de Estado ou de família, a dirimir questões entre eclesiásticos, freqüentemente determinadas apenas por ambição e interesse: a ser, em resumo, uma espécie de juiz em sessão permanente, como era Moisés antes de ouvir o conselho de Jetro. O Santo lembra com força a palavra de Jesus: Ó homem, quem me constituiu juiz sobre vós? (Lc 12,14), como também a de Paulo: Ninguém que milite no serviço de Deus se ocupa dos negócios da vida civil (2Tm 2,4). E conclui dizendo:
"A razão demonstra de maneira invencível que, se estivesse em nosso poder fazer o que é conveniente, seria necessário preferir em tudo e por tudo, seria necessário praticar ou exclusivamente ou antes de tudo, aquela virtude que serve a tudo, isto é, a piedade (cf. 1Tm 4,8)" (De consideratione, I, 2-6).
A esta altura, o nosso pensamento é invadido espontaneamente por uma visão: uma visão que é nostálgica, porque evoca o que existia nos inícios da Igreja, mas que eu gostaria que fosse profética, antecipando o que será novo, dentro em breve e de maneira generalizada, na Igreja. A "visão" é a de casas de Bispos que se apresentam, antes de mais nada, como "casas de oração" (e não de administração de negócios, ainda que estes fossem negócios eclesiásticos); visão de paróquias, cuja igreja pode dizer-se realmente "casa de oração para todo o povo" (cf. Mt 11,17) e que, como tal, não esteja aberta, como todos os edifícios públicos, somente nas "horas de trabalho" (nas quais o povo, em geral, não pode ir à igreja!) mas também em outras horas, também à noite. Vi pessoalmente como pode ser uma atração poderosa para o povo que de noite enche os centros das cidades, ver uma igreja aberta e iluminada, com pessoas que dentro dela rezam e cantam ao Senhor. Numa destas ocasiões, uma pessoa nos confiou que naquela noite havia saído de casa para suicidar-se, mas passando por ali havia ouvido cânticos; entrou e reencontrou a esperança olhando para o rosto das pessoas que ali estavam reunidas.
Portanto, rezar. Mas não basta; Jesus nos ensinou que se pode fazer da oração a própria urdidura, ou o pano de fundo contínuo do próprio dia-a-dia. Devemos tender a isso, pois é possível. "Rezar incessantemente (cf. Lc 18,1; 1Ts 5,17) - escreve Agostinho - não significa estar continuamente de joelhos ou com os braços levantados. Existe outra oração, aquela interior, e é o teu desejo. Se o teu desejo for contínuo, será contínua também a tua oração. Quem deseja a Deus e o seu repouso, mesmo que cale com a língua, canta e ora com o coração. Quem não 'deseja', pode gritar quanto quiser, mas para Deus será como um mudo" (Enarr. Ps 37,14; 86,1).
Devemos descobrir e cultivar esta oração de desejo, ou "de coração". "Desejo" significa aqui uma coisa muito profunda: é tensão habitual a Deus, é desejo de todo o ser, é saudade de Deus. Agora a oração se torna para nós como um rio temporário que, às vezes, encontrando certo tipo de terreno, desaparece no subsolo (desaparece quando a atividade que estamos desenvolvendo nos absorve mais), mas que, apenas reencontrado o terreno apropriado, volta à superfície e corre à luz do sol (isto é, torna-se oração acolhedora e explícita).
No início talvez sejam mais raros os momentos em que aflora na superfície, mas depois, aos poucos, aumentando em nós o espírito de oração, esta oração "subterrânea" vem à tona com freqüência sempre maior, até invadir todos os espaços disponíveis do dia, até tornar-se, como em Jesus, o pano de fundo de tudo. Como uma espécie de "inconsciente espiritual" que age também sem o nosso conhecimento (sem que a nossa mente se dê conta). Também de noite. Quantas almas experimentaram a verdade daquela frase do Cântico dos Cânticos que diz: Durmo, mas meu coração vela! (Ct 5,2); acordando de noite, davam-se conta, com espanto, de que seu coração estava orando. Quantas almas experimentaram também a verdade da palavra do salmista que diz: Quando te recordo no meu leito, passo vigílias meditando em ti; pois foste um socorro para mim, e, à sombra de tuas asas, eu grito de alegria (Sl 63,7-8).
A oração contínua, ou de desejo, não deve fazer-nos negligenciar a necessidade vital que temos de um tempo específico e exclusivo para rezar, possivelmente em lugar solitário, como fazia Jesus. Ele nos disse: Quando orares, entra em teu quarto, e, fechando a porta, ora a teu Pai no segredo (Mt 6,6). Há casos em que é preciso tomar ao pé da letra este conselho de Jesus, porque o próprio quarto - depois de fechada a porta e desligado o telefone - tornou-se para muitos, não só leigos, mas também religiosos, o último refúgio de oração neste mundo, em que podemos orar sem ser perturbados. Sem este tempo exclusivo de oração, é uma ilusão aspirar à oração "incessante", ou do coração.
Quando chega este momento estabelecido para colocar-nos em oração, é preciso interromper decididamente as ocupações e os pensamentos de antes; fazer como Jacó, que durante a noite lutou com Deus, atravessou descalço a torrente, deixando na outra margem todas as pessoas que lhe eram caras e todas as coisas (cf. Gn 32,23ss). É preciso entrar no próprio castelo interior, levantando as pontes levadiças. Para usar as palavras de um escritor espiritual da Idade Média, "é preciso que coloques uma nuvem de esquecimento entre ti e todas as criaturas", para estar em condições de entrar "na nuvem do não-conhecimento" que está sobre ti, entre ti e o teu Deus, isto é, para entrar na contemplação (cf. Anônimo. Nuvem do não conhecimento. 5, Milano: Áncora, 1981, 138s).
É difícil, mas devemos esforçar-nos por fazê-lo, do contrário toda a oração ficará enfraquecida e dificilmente conseguirá elevar-se. É aconselhável dedicar os primeiros momentos deste tempo de oração a purificar o próprio espírito, confessando as próprias culpas e implorando o perdão de Deus, visto que "nada de contaminado" pode unir-se a Deus (cf. Sb 7,25).
Fonte: O ESPÍRITO MOVE A IGREJA A REZAR
Frei Raniero Cantalamessa, OFM

MENSAGEM DO DIA



Vem, eu sou o teu mar!

O teu mar!
Todo teu!
Vem, eu sou o teu mar!
Nada peço, nada exijo, nada rejeito!
Eu sou o teu mar!
Podes nele navegar feliz e sobranceira,
entregar-te a mim, toda inteira
e sempre navegar!

Serei para ti a calmaria, a doçura, a bonança perene!
Em mim teu coração já não treme!
Nos braços de minhas ondas, de carinho por ti imenso, sentirás o quanto é intenso
o meu eterno amar!

Recebo-te na medida incomensurável
No mar do meu coração
Uno e Trino,
Refúgio estável,
Onde o Admirável
Encherá teu coração!
Vem, eu sou o teu mar!
Aberto e acolhedor, no momento bom
e no incerto, quando a dor
Encontra-se longe ou perto.
Em meu mar
Podes sempre navegar,
Esconder-te e admirar!

Vê!
Eu não me canso de te convidar,
para as redes e os remos deixar,
para outras pessoas pescar
e trazer par o meu mar!

Vem!
Outros portos conhecerás
E tuas pobres amarras deixará!

Vem!
Na angústia, na indecisão,
No medo, na rejeição,
No sucesso, na frustração, vem!

Vem!
Eu tenho um mundo de belezas e ternura, disponível a toda criatura
que dele quiser gozar!
Meu MAR maior te ofereço,
tuas fraquezas eu esqueço,
elas se perdem no meu amar!

Vem, para o meu MAR,
sem dimensão, sem limite, tridimensional, nele não há coração que não acredite e não aprenda a amar!

Gertrude Marques

Do livro: Diálogo com a Trindade - Paulinas

Veja também
Muito marketing e catequese ...(3 )Pe.Zezinho, scj
A graça de perseverar - Pe. Zezinho, scj

SANTO DO DIA



2 de setembro

Ingrid
Ingrid nasceu perto da metade do século XIII, na nobre família Elovsdotter, na Suécia. Cristãos fervorosos, os pais deram a ela e aos outros filhos uma educação digna dos fidalgos e no rigoroso seguimento de Cristo. A menina, desde os primeiros anos de vida, mostrou-se muito virtuosa, amável, caridosa e pia, surpreendendo a todos com seu cândido ideal religioso.

No início da adolescência, como era costume da época, teve de contrair um riquíssimo casamento. Mesmo contrariando sua vocação, ela aceitou tudo com humilde resignação, mas não deixou que o mundo de luxo, futilidades e poder contaminassem sua alma, apesar de ter de conviver nele. Continuou, serenamente, a cuidar das obras de caridade que fundara para os pobres e doentes abandonados, os quais atendia pessoalmente. Possuindo dons especiais de profecia e cura, gozava, entre a população, da fama de santidade.

Ingrid enviuvou pouco tempo depois. Assim, decidiu fazer uma longa peregrinação para a Terra Santa, acompanhada por sua irmã mais velha e algumas damas da corte. Ali seu amor ao Senhor Jesus aumentou ainda mais, alimentando o seu desejo de consagrar-se à vida religiosa. Da Palestina viajou para Roma, onde visitou os túmulos dos apóstolos e dos primeiros mártires e de lá foi para Santiago de Compostela, na Espanha, rezar junto às relíquias do apóstolo Tiago.

Só então Ingrid retornou para a Suécia. Logo depois, em 1281, seguindo seu confessor e orientador espiritual, padre dominicano Pedro de Dacia, e com a autorização do bispo e do rei, ela fez seus votos perpétuos e fundou um mosteiro, sob as Regras de são Domingos, em Skanninge, Suécia. Nele, junto com um grande número de jovens da corte, dedicou-se, totalmente, às orações contemplativas e à vida de rigorosa austeridade.

Morreu como priora, com fama de santidade, no dia 2 de setembro de 1282, no seu convento em Skanninge. Seu culto se espalhou depressa entre as populações vizinhas e difundiu-se entre os devotos. O papa Alexandre VI confirmou o culto à bem-aventurada Ingrid e o dia de sua morte para sua celebração.

HOMILIA DIÁRIA


A pureza deve começar pelo coração

Postado por: homilia

setembro 2nd, 2012
Jesus se encontrava no meio de conflitos que a Sua prática provocava. Então, os chefes dos judeus enviam uma delegação para investigar e “bisbilhotar” a vida pessoal de Jesus. A intenção dos fariseus e doutores da Lei era ver se Ele transgredia a Lei e a tradição, ou seja, se transgredia a Torá e as inúmeras prescrições orais, pois ambas tinham o mesmo valor – visto que provinham de Deus – e mexer no aparato legal era opor-se a Deus ou querer igualar-se a Ele.
O problema em discussão era sobre o lavar ou não as mãos conforme Levítico 15,11. Quem não lavava as mãos antes de comer desrespeitava as tradições, pois tudo o que era comprado no mercado devia ser purificado na hipótese de ter sido contagiado por uma pessoa ritualmente impura. Antes fosse assim, para evitar doenças contagiosas como as que enfrentamos em nossos dias. Mas não. A tradição judaica tinha barreiras e preconceitos em relação aos pagãos, que eram suspeitos de impureza. E, por falta de lógica divina nestes rituais, Jesus quebra a barreira citando Isaías 29,13 e chamando os doutores da Lei de hipócritas.
A resposta de Jesus é abrangente, descaracterizando o mérito das leis de pureza e das demais tradições opressoras. Dirige-se à multidão e pede que ouça e entenda. E explica que a impureza não está nos objetos e nas pessoas, mas é uma consequência das opções de vida das pessoas, e vem do coração. Logo em seguida, faz uma lista do que traz a verdadeira impureza aos homens: más intenções, imoralidades, roubos, assassinatos, adultérios, ambições desmedidas, maldades, fraudes, devassidão, inveja, calúnia, orgulho e falta de juízo.
No Evangelho deste 22º Domingo do Tempo Comum, somos convidados a tomar consciência de que algumas práticas sobre a higiene são importantes, mas não mudam a natureza do homem. Veja por exemplo: hoje cães e gatos são tratados com todas as normas de higiene, vão aos salões de beleza, são levados aos parques de diversão e… não mudam de natureza.
Não é o “shampoo” ou o “desodorante” que purificam o homem, como apregoava o costume farisaico e, hoje, o faz a publicidade comercial e nossa sociedade consumista. Ter mãos limpas não significa ter um coração limpo. Um grande sorriso pode muito bem esconder uma antipatia. Palavras bonitas, muitas vezes, buscam somente reconhecimento e aplausos. A maioria dos nossos políticos tem uma linguagem cheia de demagogia, que não expressa o que sentem e fazem.
É preciso que acolhamos com muita atenção as palavras de exortação de São Tiago (Segunda Leitura). Não basta só ouvir a Palavra do Senhor, mas é fundamental colocá-la em prática, para não nos iludirmos e deixarmos a Palavra correr em nossas veias. A hipocrisia estava em apenas ouvir a Palavra e não praticá-la: “um povo que louva a Deus com os lábios, mas tem o coração distante Dele”. Jesus denuncia a manipulação da Palavra de Deus pelos fariseus e afasta o formalismo exterior da religião judaica. Não vai contra a Lei de Moisés nem contra a tradição autêntica, mas denuncia a hipocrisia. De fato, os fariseus denunciam os discípulos porque não lavam as mãos antes das refeições, segundo uma tradição rabínica do Talmude.
As abluções não existiam por simples motivos higiênicos, mas porque eram símbolos da pureza moral, necessária para se aproximar de Deus. Porém, os fariseus viam somente o lado externo da aproximação de Deus, não levando em consideração o Salmo 23,3-4:“Quem subirá ao monte do Senhor, ou quem estará em seu lugar? Quem tem mãos inocentes e coração puro”. A pureza de coração era a condição para participar do culto e ver o rosto de Deus. A pureza deve começar pelo coração, como afirma o Salmo 23, pois é dele que procedem as coisas más.
O coração do homem continua sentindo os mesmos impulsos de impureza, como egoísmo, intenções desvirtuadas, a degradação do amor humano e uma “avalanche” de impureza e sensualidade. Hoje campeia, sobretudo, a obscenidade. Obsceno é uma palavra que vem do antigo texto grego e romano e significava aquilo que, por respeito aos espectadores, não devia ser representado em cena por pertencer à intimidade pessoal. Mesmo aquela civilização pagã, que tinha normas morais relaxadas, entendia que certas coisas não deviam ser feitas diante de outras pessoas.
Senhor Jesus, não permita que eu me iluda buscando uma pureza exterior, quando a que Lhe agrada é a que provém do meu interior. Amém.
Padre Bantu Mendonça

LEITURAS DO DIA

Leituras do dia
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Primeira Leitura
Dt:4,1-2. 6-8;
1.“E agora, Israel, ouve as leis e os decretos que eu vos ensino a cumprir, para que vivais e entreis na posse da terra que o SENHOR, Deus de vossos pais, vos dará.
2.Nada acrescenteis ao que vos prescrevo, nem tireis nada, mas guardai os mandamentos do SENHOR vosso Deus que vos prescrevo.

Segunda Leitura
Tg:1,17-18. 21b-22.27;
17.Todo dom precioso e toda dádiva perfeita vêm do alto, do Pai dos luzes, que desconhece fases e períodos de sombra.
18.De livre vontade ele nos gerou, pela Palavra da verdade, a fim de sermos como que as primícias de suas criaturas.

Evangelho
Mc:7,1-8. 14-15. 21-23;
1.Os fariseus e alguns escribas vindos de Jerusalém ajuntaram-se em torno de Jesus.
2.Eles perceberam que alguns dos seus discípulos comiam com as mãos impuras — isto é, sem lavá-las.
3.Ora, os fariseus e os judeus em geral, apegados à tradição dos antigos, não comem sem terem lavado as mãos até o cotovelo.
4.Bem assim, chegando da praça, eles não comem nada sem a lavação ritual. E seguem ainda outros costumes que receberam por tradição: a maneira certa de lavar copos, jarras, vasilhas de metal, camas.
5.Os fariseus e os escribas perguntaram a Jesus: “Por que os teus discípulos não seguem a tradição dos antigos, mas tomam a refeição com as mãos impuras?”
6.Ele disse: “O profeta Isaías bem profetizou a vosso respeito, hipócritas, como está escrito: ‘Este povo me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim.
7.É inútil o culto que me prestam, as doutrinas que ensinam não passam de preceitos humanos’.
8.Vós abandonais o mandamento de Deus e vos apegais à tradição humana”.

sábado, 1 de setembro de 2012


Mensagem do dia
 
Sábado, 01 de setembro 2012
A diferença de ser cristão
A Palavra de Deus nos ensina em Gálatas 5,16: “Andai sob impulso do Espírito e não façais mais o que a carne deseja”. Devemos encher-nos do Espírito Santo, permanecer embriagados d'Ele e lhe dar livre acesso, para que produza todos os frutos d'Ele em nós, os quais estão muito bem expressos no versículo 22 da mesma passagem: “Mas eis o fruto do Espírito: amor, alegria, paz, paciência, benevolência, fé, doçura, domínio de si; contra tais coisas não há lei”.

Quanto mais deixarmos que Ele produza esses frutos em nós, tanto mais os frutos da carne vão desaparecendo pouco a pouco em nós.

Onde está a eficácia de Jesus? Os Evangelhos atestam com clareza: Jesus partiu do Jordão, onde foi batizado, "cheio do Espírito Santo". Ele vai às cidades e aldeias, cheio do mesmo Espírito. Ele prega, cura e converte porque é "cheio do Espírito Santo". Ele tudo faz movido pelo Espírito Santo. Aí está a razão da eficácia do Senhor e também dos Apóstolos – após Pentecostes. Aí está também a raiz da nossa eficácia em tudo o que fazemos para o Reino de Deus. Nós, da mesma forma, só seremos eficazes se estivermos cheios do Espírito Santo. Só seremos "bons pastores como Jesus", se formos homens e mulheres cheios do Divino Amigo. Se tudo fizermos movidos por Ele.

Portanto, se você vive pelo Espírito, ande também de acordo com Ele. Essa é a diferença de ser cristão. Para permanecer firme e fiel o segredo é reinflamar o carisma de Deus que está em nós – criando um ambiente sadio. Fazendo uma limpeza geral em nossa casa e coração. O carisma de Deus está em nós, mas para reacender a chama é preciso criar um ambiente propício. Nossa casa deve ser um lugar de oração, pois somos santuários de Deus, templos vivos do Espírito Santo.

Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova


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Monsenhor Jonas Abib

SETEMBRO-MÊS DA BIBLIA

O mês de setembro é um dos meses temáticos – isto significa que, além dos temas que a própria liturgia traz em cada domingo e celebração – existe um assunto que nos ajuda a refletir sobre nossa caminhada de fé. Aclamado como “Mês de Bíblia”, este mês quer nos ajudar a aprofundar o amor pela Sagrada Escritura e situar a centralidade da Palavra de Deus em nossas vidas, seja pela reflexão e estudo seja pelas celebrações.

É evidente que a Palavra de Deus é a luz de nosso caminho e está presente em todos os sacramentos que celebramos, em cada missa ou celebração da palavra que temos, alem, é claro, da oração diária, reflexão e leitura. A leitura orante da Bíblia com o método “ler, meditar e orar” faz parte dos ensinamentos dados a todos os cristãos, e com bastante insistência, desejando que seja o alimento diário.

O mês da Bíblia surge devido principalmente à comemoração do dia de São Jerônimo, celebrado no dia 30 deste mês. Ele foi encarregado pelo Papa Damaso de preparar a Bíblia em latim, revendo traduções anteriores ou fazendo novas. Lembremos que São Jerônimo viveu entre 340 a 420, portanto na segunda metade do século IV e início do século V. O Papa Damaso morreu em 385 e São Jerônimo iniciou uma série de viagens ao Oriente, passando grande parte em Belém, entregue totalmente à tradução e comentário da Sagrada Escritura. Além de sua vida austera, coerente e santa é tido como um dos melhores Padres da Igreja e é colocado como “patrono dos biblistas”. É por isso que o quarto domingo deste mês é o domingo da Bíblia. Normalmente seria o domingo mais próximo da festa de São Jerônimo. É quando, ao comemorarmos o Dia da Bíblia, fazemos o nosso exame de consciência e os propósitos com relação não só à leitura, mas, principalmente, em colocarmos em prática a Palavra do Senhor, guiados pelo Espírito de Deus.

Cada ano a CNBB sugere um trecho específico para ser a reflexão do mês. De certo modo esse tema do mês sempre tem algo a ver com a Campanha da Fraternidade que, de uma forma ou outra, condiciona os temas do ano. Durante o mês da Bíblia 2009, propõe-se à nossa reflexão a Carta de S. Paulo aos Filipenses, sob o tema: ‘alegria de servir no amor e na gratuidade’.  Será uma excelente oportunidade para analisarmos nosso modo de agir no mundo de hoje, fazendo séria revisão de nossa vida cristã, pessoal e comunitária, à luz da experiência exemplar dos cristãos da comunidade de Filipos. Mas ainda se aproveita deste mês para dar os primeiros passos no encontro com a Palavra de Deus para muitos que se encontram dela afastados. Palavra que nos vêm pelas Escrituras e Tradição Apostólica servidas pelo magistério da Igreja

Passado e presente muito unidos na Igreja! Preocupações de ontem e de hoje continuam dando lugar central à Palavra de Deus na vida e na missão de todos nós! Aproveitemos este mês para aprofundar tão importantes temas.
Fonte: Dom Orani João Tempesta, O. Cist,
Arcebispo do Rio de Janeiro (RJ) e presidente da Comissão Episcopal para a Educação, Cultura e Comunicação.

Cartaz Mês da Bíblia 2012 - EDIÇÕES CNBB

Cartaz Mês da Bíblia 2012 - EDIÇÕES CNBB

SANTO DO DIA


Santa Beatriz

1 de Setembro


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Obediência, pobreza, assistência aos pobres, oração e recolhimento, foi o exemplo que Santa Beatriz da Silva e Meneses deixou.

Beatriz nasceu no Século XV em Ceuta, ao norte da África, cidade que nessa época se encontrava sob o domínio da coroa de Portugal. Nasceu portuguesa, portanto. Seu pai foi governador de Ceuta. Ainda pequena mudou-se para Portugal com sua família, que cultivou na menina uma profunda devoção a Nossa Senhora da Conceição. Aos vinte anos de idade foi enviada para a Espanha como dama de honra de D. Isabel, neta de D. João I, que tornou-se esposa do rei João II de Castela, onde começou seu calvário.

Beatriz era muito bonita, e a rainha, dominada por uma mistura de ciúme e inveja, fechou Beatriz em um caixão durante dias, a fim de que morresse asfixiada, mas uma invisível proteção da Virgem Maria a salvou.

Como gesto concreto de agradecimento Santa Beatriz aceitou sua vocação para a vida religiosa, e logo em seguida partiu a Toledo, onde se recolheu no mosteiro das Dominicanas (ramo feminino da Ordem de São Domingos de Gusmão), cujas religiosas viviam sob a regra cisterniense, onde viveu cerca de 30 anos.

Mas Deus a tinha predestinado para uma obra maior: fundar uma Ordem de estrita clausura numa vida contemplativa na oração, penitência e trabalho.

Santa Beatriz da Silva deixou o mosteiro dominicano e foi habitar numa nova sede que veio a ser o berço das monjas concepcionistas. Essa Ordem está caracterizada por três heranças espirituais de Santa Beatriz: o amor à Maria Imaculada, a Paixão de Jesus Cristo e a Santíssima Eucaristia.

Santa Beatriz faleceu a 09 de agosto de 1490 com 66 anos de idade. No momento de sua morte, seu rosto fora visto transfigurado por uma grande claridade e uma estrela resplandecente sobre sua cabeça até ela expirar.

Beatificada em 1926 pelo Papa Pio XI, sua canonização ocorreu no dia 03 de Outubro de 1976 por Paulo VI.


Santa Beatriz, rogai por nós!



Catequese e Bíblia: Leitura Orante da Bíblia: - Leitura orante com focos específicos - Leitura Orante para o dia de Pentecostes -  Preparando a Leitura Orante da Bíblia -  Leitura...

segunda-feira, 21 de maio de 2012


MÊS DA BÍBLIA 2012

A Bíblia, desde sempre, faz parte da caminhada do povo de Deus. “É nela que penduramos todo o nosso trabalho”, conforme nos ensina Fr. Carlos Mesters . A partir do Concílio Vaticano II, marco fundamental para o florescimento de uma Pastoral Bíblica da Igreja no Brasil, a Bíblia foi conquistando espaço e recuperando sua condição de valor fundamental na vida e na missão da Igreja.

No Brasil, o desejo de conhecimento e de vivência da Palavra fez surgir, com muito sucesso, a prática da leitura e reflexão da Bíblia nas famílias, nos quarteirões, nos círculos bíblicos, em grupos de reflexão, grupos de rua.

O Mês da Bíblia, criado em 1971 com a finalidade de instruir os fiéis sobre a Palavra de Deus e a difusão da Bíblia, também foi fundamental para aproximar a Bíblia do povo de Deus. Propondo um livro – ou parte dele – para ser estudado e refletido a cada ano, o Mês da Bíblia tem contribuído eficazmente para o crescimento da animação bíblica de toda pastoral.

Em continuidade a esta história, a Comissão Episcopal Pastoral Bíblico-catequética da CNBB definiu que, no Mês da Bíblia dos próximos quatro anos (2012-2105), serão estudados os evangelhos de Marcos (2012), Lucas (2013) e Mateus (2014), conforme a sequência do Ano Litúrgico, completando com o estudo de João em 2015.

Esta sequência repete a experiência feita entre 1997-2000, por ocasião da celebração do Jubileu 2000. O enfoque, agora, é outro. Visa reforçar a formação e a espiritualidade dos agentes e dos féis através do seguimento de Jesus, proposto nos quatro evangelhos. Está tanto na perspectiva de discípulos missionários e da Missão Continental, conforme nos pede a Conferência de Aparecida, quanto no esforço da Nova Evangelização proposta pelo papa Bento XVI.

Cada evangelho será relido na perspectiva da formação e do seguimento, destacando o que é específico de cada evangelista, bem como da comunidade que está por trás de cada evangelho.

No Mês da Bíblia deste ano de 2012, será estudado o evangelho de Marcos a partir do tema “Discípulos Missionários a partir do evangelho de Marcos” e do Lema “Coragem! Levanta-te, ele te chama!”  (Mc 10,49).
O material –  livro para aprofundamento e círculos bíblicos- já está pronto e poderá ser adquirido nas Edições CNBB: vendas@edicoes.cnbb.com.br|.

HOMILIA DIÁRIA


Seja fiel no pouco e Deus lhe confiará mais

Postado por: homilia

setembro 1st, 2012
Iniciamos um novo mês, um dos quais mais gosto. Com ele uma nova estação, mudanças, a proposta de uma nova vida. Os dias são mais claros e mais floridos, pois será primavera. Mês que celebramos, de maneira mais especial, a Palavra de Deus em nossa vida, pois todos os dias devemos ser mudados e renovados pela Palavra.
No Evangelho de hoje, Jesus quer nos falar sobre o Reino de Deus. A vida que Ele nos oferece é descrita de maneira econômica: vigiar e realizar as tarefas determinadas por Ele. Isso significa, em primeiro lugar, ser uma pessoa empenhada na realidade do mundo a construir. Trata-se de um capital posto em nossas mãos por Deus, o qual o cristão não pode deixar improdutivo. Quem sabe administrar a própria vida, sabe administrar os negócios dos outros. Na verdade, essa é a questão: “Como foste fiel na administração de tão pouco, vem participar da minha alegria”.
Deus não espera de nós coisas grandiosas, que ultrapassam nossas capacidades reais, fogem de nossa realidade. Ele espera que sejamos sinceros e verdadeiros conosco e com Ele, administrando, com fidelidade, o pouco de cada dia. Uma coisa de cada vez! Ele conhece o nosso coração e a nossa reta e sincera intenção. Quantas coisas Deus põe em nossas mãos para administrar: a vida, a família, o trabalho, um mundo a construir! Temos de ter coragem, e não medo de Deus; sentimentos de filhos, e não de empregados, escravos, obrigados a trabalhar para o Senhor. Ele não nos pediria algo que não pudéssemos dar nem algo que Ele já tenha nos dado.
Somos filhos muito amados de Deus, o qual nos assiste com a Sua graça e não espera de nós passos que não conseguimos dar. É preciso ter a coragem de começar pequeno, simples, humilde, uma gota no oceano. Mas de quantas gotas é feito o oceano?
Não podemos enterrar os talentos que o Senhor nos deu. Nós temos talentos, valores que precisam ser colocados a serviço para render outros tantos. O “Banco de Deus” é o amor e a misericórdia no coração dos nossos irmãos. Vá poupando aos poucos, doando-se, começando por pequenos gestos e, quando você perceber, há uma enorme fortuna de gente, de vida, de fraternidade que você acumulou e Ele lhe dará mais.
Não tenha medo de Deus! Ele não é este “patrão severo” que nos cobra. Ele é Quem nos assiste e capacita, para nos acolher, em Seu Reino, e nos convidar para viver a Sua vida plena: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância” (cf. Jo 10,10).
Seja fiel no pouco e Deus lhe confiará mais. Mais talentos, mais virtudes, mais amor e capacidade de se doar.
Como você faz render aquilo que Deus lhe dá?
padre Luizinho
Padre Luizinho – Comunidade Canção Nova


LEITURAS DO DIA

Leituras do dia
www.bibliacatolica.com.br
Primeira Leitura
1Cor:1,26-31;
26.De fato, irmãos, reparai em vós mesmos, os chamados: não há entre vós muitos sábios de sabedoria humana, nem muitos poderosos, nem muitos de família nobre.
27.Mas o que para o mundo é loucura, Deus o escolheu para envergonhar os sábios, e o que para o mundo é fraqueza, Deus o escolheu para envergonhar o que é forte.
28.Deus escolheu o que no mundo não tem nome nem prestígio, aquilo que é nada, para assim mostrar a nulidade dos que são alguma coisa.
29.Assim, ninguém poderá gloriar-se diante de Deus.
30.É graças a ele que vós estais em Cristo Jesus, o qual se tornou para nós, da parte de Deus, sabedoria, justiça, santificação e libertação,
31.para que, como está escrito, “quem se gloria, glorie-se no Senhor”.

Evangelho
Mt:25,14-30;
14.“† O Reino dos Céus é também como um homem que ia viajar para o estrangeiro. Chamou os seus servos e lhes confiou os seus bens:
15.a um, cinco talentos, a outro, dois e ao terceiro, um — a cada qual de acordo com sua capacidade. Em seguida viajou.
16.O servo que havia recebido cinco talentos saiu logo, trabalhou com eles e lucrou outros cinco.
17.Do mesmo modo, o que havia recebido dois lucrou outros dois.
18.Mas aquele que havia recebido um só, foi cavar um buraco na terra e escondeu o dinheiro do seu senhor.
19.Depois de muito tempo, o senhor voltou e foi ajustar contas com os servos.
20.Aquele que havia recebido cinco talentos entregou-lhe mais cinco, dizendo: ‘Senhor, tu me entregaste cinco talentos. Aqui estão mais cinco que lucrei’.
21.O senhor lhe disse: ‘Parabéns, servo bom e fiel! Como te mostraste fiel na administração de tão pouco, eu te confiarei muito mais. Vem participar da alegria do teu senhor! ’
22.Chegou também o que havia recebido dois talentos e disse: ‘Senhor, tu me entregaste dois talentos. Aqui estão mais dois que lucrei’.
23.O senhor lhe disse: ‘Parabéns, servo bom e fiel! Como te mostraste fiel na administração de tão pouco, eu te confiarei muito mais. Vem participar da alegria do teu senhor! ’
24.Por fim, chegou aquele que havia recebido um só talento, e disse: ‘Senhor, sei que és um homem severo, pois colhes onde não plantaste e ajuntas onde não semeaste.
25.Por isso fiquei com medo e escondi o teu talento no chão. Aqui tens o que te pertence’.
26.O senhor lhe respondeu: ‘Servo mau e preguiçoso! Sabias que eu colho onde não plantei e que ajunto onde não semeei.
27.Então devias ter depositado meu dinheiro no banco, para que, ao voltar, eu recebesse com juros o que me pertence’.
28.Em seguida, o senhor ordenou: ‘Tirai dele o talento e dai àquele que tem dez!
29.Pois a todo aquele que tem será dado mais, e terá em abundância, mas daquele que não tem, até o que tem lhe será tirado.
30.E quanto a este servo inútil, lançai-o fora, nas trevas. Ali haverá choro e ranger de dentes! ’


DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS
A PARTIR DO EVANGELHO DE MARCOS
IA proposta para o mês de setembro de 2012 é o estudo do Evangelho segundo Marcos associada ao Projeto nacional de Evangelização: O Brasil na missão Continental. Este projeto foi elaborado pela América Latina após a Conferência de Aparecida e reassumido pela Assembléia dos Bispos do Brasil em 2011.
O Evangelho segundo Marcos foi escolhido em sintonia com o ano Litúrgico que estamos vivenciando, o qual, juntamente com o Projeto Nacional de Evangelização, nos ajudará a revisitar os escritos da Comunidade de Marcos, percorrendo os cincos aspectos fundamentais do processo de formação do discípulo missionário: o encontro com Jesus Cristo, a convenção, o discipulado, a comunhão fraterna e a missão.
O tema escolhido pela Comissão Bíblico-Catequética da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) é: Discípulos Missionários a partir do Evangelho de Marcos, e o lema é: Coragem!Levanta-te!Ele te chama!É a expressão presente na narrativa da cura do cego Bartimeu em Mc 10,49. È um texto relevante em Marcos, que nos mostra cada etapa do processo de discipulado e de seguimento de Jesus Cristo.
Com esse projeto da CNBB e o aprofundamento do Mês da Bíblia, damos um novo passo na nossa ação evangelizadora, em continuidade com as ricas experiências e conquistas da Animação Bíblica no Brasil, que tem por objetivo proporcionar a todos os batizados uma experiência mais profunda da fé cristã, possibilitando um encontro pessoal com Jesus Cristo vivo e, por ele, com o Pai, no Espírito Santo.
Serviço de Animação Bíblica/Paulinas
Histórico, objetivos e temas
Como nasceu o mês da Bíblia?
Objetivos
Histórico do Mês da Bíblia
Temas do Mês da Bíblia de 1971 a 2012
Confira o tema deste ano de 2012!
Respostas
Como nasceu o Mês da Bíblia?
O Mês da Bíblia surgiu em 1971, por ocasião do cinquentenário da Arquidiocese de Belo Horizonte, Minas Gerais. Foi levado adiante com a colaboração efetiva do Serviço de Animação Bíblica – Paulinas (SAB), até posteriormente ser assumido pela Conferência dos Bispos do Brasil (CNBB) e estender-se ao âmbito nacional.
Objetivos
- Contribuir para o desenvolvimento das diversas formas de presença da Bíblia, na ação evangelizadora da Igreja, no Brasil;
- Criar subsídios bíblicos nas diferentes formas de comunicação;
- Facilitar o diálogo criativo e transformador entre a Palavra, a pessoa e as comunidades.
Histórico do Mês da Bíblia
1971: A celebração do Mês da Bíblia, na Arquidiocese de Belo Horizonte por sugestão e coordenação das Irmãs Paulinas, do Pe. Antonio Gonçalves e de outras pessoas.
1976: Foram visitadas 30 dioceses de Minas Gerais e Espírito Santo propondo o Mês da Bíblia como opção de evangelização, em continuidade à Campanha da Fraternidade.
1978: O Mês da Bíblia se estendeu, oficialmente, ao Regional Leste 2 da CNBB, Minas Gerais e Espírito Santo, e a muitas outras dioceses do Brasil.
1985: Animado pelo Serviço de Animação Bíblica – SAB, o Mês da Bíblia se estendeu a todo o Brasil e a outros países da América Latina.
1997: Com o projeto “Rumo ao Novo Milênio” (RNM), foi proposto o estudo dos quatro Evangelhos, no decorrer do ano.
2001 - 2003: Prosseguiu com o Projeto “Ser Igreja no Novo Milênio”.
2004 - 2007: Continuou com o Projeto “Queremos ver Jesus”.
2008 - 2010: Prosseguiu com Projeto Brasil na Missão Continental “A alegria de ser discípulo/a missionário/a”.
2011: Continua com o Projeto “Brasil na Missão Continental” e de Iniciação à Vida Cristã.
Temas do Mês da Bíblia de 1971 a 2011
01) 1971 Bíblia, Jesus Cristo está aqui
02) 1972 Deus acredita em você
03) 1973 Deus continua acreditando em você
04) 1974 Bíblia, muito mais nova do que você pensa
05) 1975 Bíblia, palavra nossa de cada dia
06) 1976 Bíblia, Deus caminhando com a gente
07) 1977 Com a Bíblia em nosso lar, nossa vida vai mudar
08) 1978 Como encontrar justiça e paz? O livro de Amós
09) 1979 Bíblia, o livro da criação - Gn 1-11
10) 1980 Buscamos uma nova terra - História de José do Egito
11) 1981 Que todos tenham vida! - Carta aberta de Tiago
12) 1982 Que sabedoria é esta? - As Parábolas
13) 1983 Esperança de um povo que luta - O apocalipse de São João
14) 1984 O caminho pela Palavra - Os atos dos Apóstolos
15) 1985 Rute, uma história da Bíblia - Livro de Rute
16) 1986 Bíblia, livro da Aliança - Êxodo 19-24
17) 1987 Homem de Deus, homem do povo - profeta Elias
18) 1988 Salmos, a oração do povo que luta - O livro dos Salmos
19) 1989 Jesus: palavra e pão - Evangelho de João, cap 6
20) 1990 Mulheres celebrando a libertação
21) 1991 Paulo, trabalhador e evangelizador - Vida e viagens de Paulo
22) 1992 Jeremias, profeta desde jovem - Livro de Jeremias
23) 1993 A força do povo peregrino sem lar, sem terra - 1ª Carta de Pedro
24) 1994 Cântico: uma poesia de amor – Cântico dos Cânticos
25) 1995 Com Jesus na contramão - o Evangelho de Marcos
26) 1996 Jó, o povo sofredor - Livro de Jó
27) 1997 Curso Bíblico Popular - Evangelho de Marcos
28) 1998 Curso Bíblico Popular - Evangelho de Lucas
29) 1999 Curso Bíblico Popular - Evangelho de Mateus
30) 2000 Curso Bíblico Evangelho segundo João: luz para as Comunidades
31) 2001 Curso Bíblico Atos dos Apóstolos, capítulos de 1 a 15
32) 2002 Curso Bíblico Atos dos Apóstolos, capítulos 16 a 28
33) 2003 Curso Bíblico Popular - Cartas de Pedro
34) 2004 Curso Bíblico Popular - Oséias e Mateus
35) 2005 Curso Bíblico Popular - Uma releitura do II e III Isaías
36) 2006 Come teu pão com alegria - Eclesiastes
37) 2007 Deus viu tudo o que tinha feito: e era muito bom - Gênesis
38) 2008 A Caridade sustenta a Comunidade - Primeira Carta aos Coríntios
39) 2009 A alegria de servir no amor e na gratuidade - Carta aos Filipenses
40) 2010 Levanta-te e vai à grande cidade - Introdução ao estudo do profeta Jonas
41) 2011 Travessia: passo a passo, o caminho se faz (Ex 15,22-18,27) com o lema “Aproximai-vos do Senhor” (Ex 16,9)
41) 2012 Discípulos missionários a partir do evangelho de Marcos
Louvamos e agradecemos a Deus por estes 40 anos de compreensão, vivência e anúncio da Palavra de Deus. Deixemo-nos guiar pelo Espírito Santo para podermos cada vez mais amá-La (cf. Verbum Domini, 5).
Mês da Bíblia 2012
A proposta para o mês de setembro de 2012 é o estudo do Evangelho segundo Marcos associada ao Projeto nacional de Evangelização: O Brasil na missão Continental. Este projeto foi elaborado pela América Latina após a Conferência de Aparecida e reassumido pela Assembléia dos Bispos do Brasil em 2011.
O Evangelho segundo Marcos foi escolhido em sintonia com o ano Litúrgico que estamos vivenciando, o qual, juntamente com o Projeto Nacional de Evangelização, nos ajudará a revisitar os escritos da Comunidade de Marcos, percorrendo os cincos aspectos fundamentais do processo de formação do discípulo missionário: o encontro com Jesus Cristo, a convenção, o discipulado, a comunhão fraterna e a missão.
O tema escolhido pela Comissão Bíblico-Catequética da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) é: Discípulos Missionários a partir do Evangelho de Marcos, e o lema é: Coragem!Levanta-te!Ele te chama!É a expressão presente na narrativa da cura do cego Bartimeu em Mc 10,49. È um texto relevante em Marcos, que nos mostra cada etapa do processo de discipulado e de seguimento de Jesus Cristo.
Com esse projeto da CNBB e o aprofundamento do Mês da Bíblia, damos um novo passo na nossa ação evangelizadora, em continuidade com as ricas experiências e conquistas da Animação Bíblica no Brasil, que tem por objetivo proporcionar a todos os batizados uma experiência mais profunda da fé cristã, possibilitando um encontro pessoal com Jesus Cristo vivo e, por ele, com o Pai, no Espírito Santo.

  QUEM É O AUTOR?

Quem é Marcos? A tradição mais antiga o identifica com João Marcos (At 12,12), acompanhante do apóstolo Paulo (At 13,5. 13; FM 24), primo de Barnabé (CI 4,10), natural de Jerusalém. Ele era cristão convertido do judaísmo e discípulo de Pedro (1 Pe 5,13). Essa tradição remonta a Papias, bispo de Hierápolis (c. de 120-130 E.C.).
Conforme os estudos do Segundo Testamento, o evangelista Marcos ou a sua “escola” teria escrito o evangelho em Roma ou, com maior probabilidade, na região Siropalestinense, entre os anos 65 e 70, imediatamente após a destruição de Jerusalém (cf. Mc 13).
Porém não há como conhecê-lo sem ser mediante os elementos presentes no texto, como sua linguagem, estilo e outros aspectos literários. Marcos escreve de forma simples, numa linguagem muito própria à literatura popular grega. As narrativas são apresentadas de forma bem elaborada e o autor é muito cuidadoso nos detalhes.
Tudo indica que ele era um judeu-cristão de língua grega e aberto á missão universal.
O Subsídio está dividido em quatro temas, preparados para o estudo e aprofundamento destes capítulos, além de uma celebração final para a conclusão dos encontros.


No primeiro tema: O chamado dos primeiros discípulos, “Siga-me”.
O Evangelho segundo Marcos, provavelmente, foi o primeiro texto da catequese das primeiras comunidades. Ele tinha como principal finalidade responder à pergunta: “Quem é Jesus?” e ao mesmo tempo mostrar o que significa ser discípulo.
Os textos para a nossa reflexão (Mc 1,16-20; 2,13-14) têm como cenário a Galiléia. Nesta região cruzavam-se importantes estradas que se dirigiam por todas as direções. É considerada uma terra pagã, pois sua população é bem mesclada entre gregos e os povos da região, resultado de inúmeras invasões. Por isso, é vista com desprezo e desconfiança e na época chamada de a Galileia das nações ou dos pagãos. Porém, para o Evangelho de Marcos é uma região importante, visto que a maioria dos acontecimentos ocorreu na Galiléia e foi lá que Jesus passou a maior parte de sua vida e de seu ministério.

No segundo tema: Quem é Jesus? “Tu és o Messias”.
A pergunta “Quem é Jesus” (cf. Mc 8,27) é o centro do Evangelho segundo Marcos, ponto de chegada da primeira metade do Evangelho. Essa pergunta nasce da necessidade da comunidade de conhecer Jesus, para melhor segui-lo. Dentro da comunidade havia vários questionamentos sobre a pessoa de Jesus. Uns acreditavam que ele fosse João Batista; outros que ele fosse Elias; e outros, ainda, um grande profeta. Por isso o evangelista vai delineando a identidade de Jesus por meio das suas palavras, de suas ações e atividades, para que a própria comunidade pudesse responder a essa pergunta.

No terceiro tema: Coragem! Levanta-te! Ele te chama! “Mestre que eu possa ver novamente”.
Jesus atende à súplica do cego que grita por ele, não obstante à repreensão dos que o acompanhavam, e chama-o. O cego deixa o manto. Isso é revelador se considerarmos que o manto é figura da própria pessoa; era também o que ele tinha para cobrir o seu corpo, a sua segurança. Ele então deixa de lado, de algum modo, sua vida e sua segurança. Com esse gesto O evangelista indica que o cego/discípulo cumpre agora as condições do seguimento: Ele deixa tudo para seguir Jesus, aceitando carregar a cruz e disposto, se preciso for, a dar a vida.

No quarto tema: Aonde nos leva o medo? Como vencer o medo?
Lendo os últimos capítulos do Evangelho segundo Marcos, ficamos impressionados com as atitudes negativas dos discípulos em contraste com o dom total de Jesus. Os doze tinham vivido com Jesus durante um bom tempo, decididos a segui-lo até se realizar o Projeto do Reino de Deus que ele pregava. Jesus lhes tinha avisado o que os esperava: perseguição, sofrimento e morte. Mas também ressurreição.

Na celebração final, aprofundamos a fé. “A tua fé te salvou!”